Há limites para um filme ruim. A primeira regra que você aprende quando vai escrever sobre filmes, sendo crítico de cinema, blogueiro ou qualquer coisa parecida com isso é não se manifestar positivamente ou negativamente de forma calorosa sobre uma obra. Mas, paciência tem limites! Parque do Inferno, subtópico do terror, slasher, é a junção de uma fraca direção com os clichês mais manjados do universo do cinema. Segundo longa do diretor Gregory Plotkin, o primeiro foi Atividade Paranormal 5 - Dimensão Fantasma, o projeto teve seu lançamento nos cinemas brasileiros no fim do ano passado.

Na trama, conhecemos Natalie (Amy Forsyth), uma jovem que volta a um lugar onde passou boa parte de sua vida e reencontra seus melhores amigos em busca de diversão. Assim, na noite de Halloween, a protagonista e seus amigos acabam indo parar em um louco parque temático voltado ao terror e acabam sendo perseguidos por um maníaco mascarado. Os inúmeros pedidos de socorro acabam caindo por terra pois, como o parque é temático, há muitos mascarados e atores interpretando personagens macabros. Assim, Natalie e seus amigos, quando percebem o real perigo precisam escapar das garras do assassino com suas próprias maneiras.

Quando você lê a sinopse desse filme, parece que algo diferente assistiremos. Principalmente quando lemos sobre a alienação de uma multidão em torno de graves acontecimentos, focar nisso, nessa abaixada de guarda quanto a atenção e aos perigos poderia ser um triunfante caminho. Mas em Parque do Inferno, cinema pipoca de verdade, a busca pelos pontos positivos ficam escassos. Desde seus arcos confusos, até a reunião de todos os clichês possíveis de filmes do gênero, atuações caricatas, direção fraca e linhas de roteiro sonolentas. É um entretenimento descartável que nos faz perder boas maratonas de ótimos filmes do gênero em canais de streaming por exemplo.

A boa notícia é que o filme tem apenas 89 minutos. Não espere tentar descobrir quem é o assassino (talvez numa futura continuação por conta do final aberto), se surpreender com frescores de ideias para filmes de terror etc. Mas óbvio que se você curte o gênero, faça sua pipoca, reúna os amigos e tente se divertir. Porém, lembro, há bem melhores filmes parecidos por aí.

Crítica do filme: 'Parque do Inferno'


Há limites para um filme ruim. A primeira regra que você aprende quando vai escrever sobre filmes, sendo crítico de cinema, blogueiro ou qualquer coisa parecida com isso é não se manifestar positivamente ou negativamente de forma calorosa sobre uma obra. Mas, paciência tem limites! Parque do Inferno, subtópico do terror, slasher, é a junção de uma fraca direção com os clichês mais manjados do universo do cinema. Segundo longa do diretor Gregory Plotkin, o primeiro foi Atividade Paranormal 5 - Dimensão Fantasma, o projeto teve seu lançamento nos cinemas brasileiros no fim do ano passado.

Na trama, conhecemos Natalie (Amy Forsyth), uma jovem que volta a um lugar onde passou boa parte de sua vida e reencontra seus melhores amigos em busca de diversão. Assim, na noite de Halloween, a protagonista e seus amigos acabam indo parar em um louco parque temático voltado ao terror e acabam sendo perseguidos por um maníaco mascarado. Os inúmeros pedidos de socorro acabam caindo por terra pois, como o parque é temático, há muitos mascarados e atores interpretando personagens macabros. Assim, Natalie e seus amigos, quando percebem o real perigo precisam escapar das garras do assassino com suas próprias maneiras.

Quando você lê a sinopse desse filme, parece que algo diferente assistiremos. Principalmente quando lemos sobre a alienação de uma multidão em torno de graves acontecimentos, focar nisso, nessa abaixada de guarda quanto a atenção e aos perigos poderia ser um triunfante caminho. Mas em Parque do Inferno, cinema pipoca de verdade, a busca pelos pontos positivos ficam escassos. Desde seus arcos confusos, até a reunião de todos os clichês possíveis de filmes do gênero, atuações caricatas, direção fraca e linhas de roteiro sonolentas. É um entretenimento descartável que nos faz perder boas maratonas de ótimos filmes do gênero em canais de streaming por exemplo.

A boa notícia é que o filme tem apenas 89 minutos. Não espere tentar descobrir quem é o assassino (talvez numa futura continuação por conta do final aberto), se surpreender com frescores de ideias para filmes de terror etc. Mas óbvio que se você curte o gênero, faça sua pipoca, reúna os amigos e tente se divertir. Porém, lembro, há bem melhores filmes parecidos por aí.

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