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Sucker Punch - Mundo Surreal (mesmo) - Não dica de @vassilizai

Entrei no cinema e a sala estava muito cheia. Muito bom pra uma sessão de 17 horas em plena sexta-feira. Muita gente estava ansiosa, assim como eu, de como o Zack Snyder mostraria essa história que desde a sinopse é bem maluca. Antes ficasse em casa, ou desse preferência para outras estréias dessa semana. Sucker, decepciona muito, do início ao final.

O filme começa e você se sente no “Rock in Rio”, naqueles tendinhas que existem, nesse evento, para música eletrônica. Logo se imagina a mesa do Moby e vários discos dançantes para você entrar na onda.

 A trilha sonora domina todo o filme e chega a causar mal-estar, em meio a tiros e sofrimentos das personagens e do cenário todo destruído a sua volta. Em relação ao cenário, talvez o único ponto positivo dessa trama. Muito bem feito e pintou uma luz de criatividade, confesso, na cabeça do diretor de Madrugada dos Mortos. As vezes parecia estar jogando Call of Duty.

Na trama, cinco jovens(entre elas a excelente Abbie Cornish, que até agora não entendi como a mesma aceitou esse papel) tentam achar uma saída do lugar aonde estão através de outro mundo. Basicamente essa é a idéia que  o Snyder e seus ajudantes roteiristas tentam indicar.

Em meio a samurais narigudos, Samurais Braddock (o “Level 2” na fase do Samurai), menções clamorosas a Cavaleiros do Zodíaco(principalmente ao Yoga de Cisne, na cena da neve contra um dos samurais), e menções também, a Caverna dos Dragões(a cada “fase” o mesmo elemento indicava as instruções igual ao Mestre dos Magos).

Um filme decepcionante quanto “Lenda dos Guardiões” e nem de longe aparece a maestria da direção de “Watchmen”. Zach reprovou de novo!



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