E já se foram 30 anos da trágica partida de uma banda que conquistou o Brasil de forma relâmpago: os Mamonas Assassinas . Até hoje, para nós que acompanhamos de perto toda a ascensão desse grupo musical, é marcante - e também doloroso - lembrar em como eles partiram dessa vida. Uma tragédia que marcou para sempre suas famílias e milhares de fãs. Dinho, Bento, Samuel, Júlio e Sérgio conseguiram, com seu jeito irreverente e letras chicletes, conquistar plateias de todas as classes sociais, do sul ao norte de nosso país. Algo que se percebe até hoje, passando de geração para geração. Em mais um projeto audiovisual que relembra a trajetória desse grupo, o média-metragem Mamonas – Eu Te Ai Lóve Iú , disponível no globoplay, percorre rapidamente por toda a história desses jovens de Guarulhos, focando nos momentos-chaves - do período em que eram desconhecidos até virarem aos rostos mais famosos do Brasil na época. Com depoimentos de familiares, do famoso produtor Rick Bonadio (empresário...
Explorando as infinidades da ficção científica através da culpa e do luto, juntamente com um marketing gigantesco de uma das principais forças especiais norte-americana, o explosivo longa-metragem Máquina de Guerra , disponível nas prateleiras virtuais da Netflix, apresenta um discurso ambíguo que vai do caos emocional à comodidade da invencibilidade, distanciando-se de qualquer realidade. Dirigido pelo cineasta australiano Patrick Hughes – diretor de Mercenários 3 e outros filmes de ação –, o projeto se veste como uma obra que foca na luta pela sobrevivência, na qual os heróis aparecem e tem seu desenvolvimento construído em cima de conflitos emocionais. Nessa jornada, com seus exageros e muitos pontos mal amarrados, mesmo com uma boa direção, a iminência da previsibilidade se torna uma constante desde muito cedo, e o plot twist que deveria causar impacto acaba apenas reforçando essa certeza. Anos após um trauma que marcou sua vida – a perda do irmão ( Jai Courtney ) em um...