Os caminhos e aprendizados entre o destino e o ato de perdoar. Primeiro longa-metragem da carreira de diretora da artista Lauren Miller Rogen (esposa de Seth Rogen – que também faz uma participação no filme), Tal Pai, Tal Filha , filme exclusivo no streaming Netflix, é uma tragicomédia melancólica que busca no espírito do perdão chegar aos corações dos espectadores.  Como protagonistas, a dupla conhecida do mundo dos seriados Kristen Bell (Veronica Mars) e Kelsey Grammer (Frasier), no papel de filha e pai, respectivamente, acertam na sintonia e no clímax das variações de drama e comédia. O roteiro é bastante previsível mas a história não deixa de emocionar.

Na trama conhecemos Rachel (Kristen Bell), uma jovem, workaholic, que vem crescendo rapidamente na empresa onde trabalha. Sua vida é 90% trabalho e isso acaba por terminar seu noivado no dia da cerimônia de casamento, evento que seu pai Harry (Kelsey Grammer) apareceu de surpresa. Sem entender direito a sucessão de fatos que acontecem nesse dia direito, Rachel, resolve à noite, sair, para uma bebedeira com Garry, que não vê a mais de duas décadas e acabam acordando em um cruzeiro onde seria sua lua de mel. Assim, ao longo de curtos dias, os dois precisarão enfrentar os dramas do passado e tentar construir uma ponte para um entendimento melhor para o futuro.

Um dos pontos positivos da trama é focar no drama mas do que na comédia. Isso transforma os diálogos mais impactantes, aproximando o público da história. Há uma carga emocional bastante grande envolvida, vamos adentrar além da superfície nas características de ambos protagonistas, entendendo melhor os seus porquês do passado e também o fato da dedicação exagerada no trabalho de Rachel no presente. Aliás, os diálogos entre filha e pai são ótimos, repletos de lições, uma ótima sintonia em cena de Bell e Grammer.

A previsibilidade do roteiro chega na forma mais vista em filmes hollywoodianos, um excesso de situações óbvias. Mas por incrível que pareça não atrapalha tanto o andamento do filme, os clichês vistos na trajetória são para dar um certo ritmo e sair da melancolia que o filme se aprofunda em alguns momentos.  Tal Pai, Tal Filha está em cartaz no Netflix, longe de ser um filme inesquecível mas emociona de uma forma bastante simpática.

Crítica do filme: 'Tal Pai, Tal Filha'


Os caminhos e aprendizados entre o destino e o ato de perdoar. Primeiro longa-metragem da carreira de diretora da artista Lauren Miller Rogen (esposa de Seth Rogen – que também faz uma participação no filme), Tal Pai, Tal Filha , filme exclusivo no streaming Netflix, é uma tragicomédia melancólica que busca no espírito do perdão chegar aos corações dos espectadores.  Como protagonistas, a dupla conhecida do mundo dos seriados Kristen Bell (Veronica Mars) e Kelsey Grammer (Frasier), no papel de filha e pai, respectivamente, acertam na sintonia e no clímax das variações de drama e comédia. O roteiro é bastante previsível mas a história não deixa de emocionar.

Na trama conhecemos Rachel (Kristen Bell), uma jovem, workaholic, que vem crescendo rapidamente na empresa onde trabalha. Sua vida é 90% trabalho e isso acaba por terminar seu noivado no dia da cerimônia de casamento, evento que seu pai Harry (Kelsey Grammer) apareceu de surpresa. Sem entender direito a sucessão de fatos que acontecem nesse dia direito, Rachel, resolve à noite, sair, para uma bebedeira com Garry, que não vê a mais de duas décadas e acabam acordando em um cruzeiro onde seria sua lua de mel. Assim, ao longo de curtos dias, os dois precisarão enfrentar os dramas do passado e tentar construir uma ponte para um entendimento melhor para o futuro.

Um dos pontos positivos da trama é focar no drama mas do que na comédia. Isso transforma os diálogos mais impactantes, aproximando o público da história. Há uma carga emocional bastante grande envolvida, vamos adentrar além da superfície nas características de ambos protagonistas, entendendo melhor os seus porquês do passado e também o fato da dedicação exagerada no trabalho de Rachel no presente. Aliás, os diálogos entre filha e pai são ótimos, repletos de lições, uma ótima sintonia em cena de Bell e Grammer.

A previsibilidade do roteiro chega na forma mais vista em filmes hollywoodianos, um excesso de situações óbvias. Mas por incrível que pareça não atrapalha tanto o andamento do filme, os clichês vistos na trajetória são para dar um certo ritmo e sair da melancolia que o filme se aprofunda em alguns momentos.  Tal Pai, Tal Filha está em cartaz no Netflix, longe de ser um filme inesquecível mas emociona de uma forma bastante simpática.

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