O tempo não perdoa seu tempo acomodado. Estreou no meio desse ano nos cinemas nacionais a comédia mexicana Como se Tornar um Conquistador. Totalmente despretensiosa e exalando carisma esse projeto mexicano é uma boa diversão que mesmo tendo clichês em cima de clichês consegue se superar pela força dos personagens. Escrito pela dupla Chris Spain e Jon Zack, e protagonizado pelo astro mexicano Eugenio Derbez (Não Aceitamos Devoluções) o longa marca a estreia do ator Ken Marino na direção.

Na trama, conhecemos o metido a galã de meia idade Maximo (Eugenio Derbez) que vive a 25 anos com uma mulher bem mais velha e cheia da grana. Maximo nunca trabalhou na vida e sempre almejou ter uma vida de conforto sem ter que fazer muito esforço para conquistas. Quando sua esposa o troca por um homem bem mais jovem, Maximo fica sem dinheiro e busca ajuda na irmã, a arquiteta e super mãe Sara (Salma Hayek) que vive uma vida mais simples com sua filho Hugo (Raphael Alejandro). Assim, os irmãos precisarão enfrentar as tristezas do passado distante e juntos superar seus problemas.

O filme camufla todo o drama nas cenas cômicas que preenchem boa parte da trama. Realmente fica muito difícil não rir com um Eugenio Derbez inspirado, mesmo algumas cenas beirando o tosco. A relação entre tio e sobrinho, distante por anos, volta com a toda força mesmo sendo de universos e criações completamente diferentes. O jovem vê no tio uma figura paterna que não tinha desde que o pai falecera anos atrás. Há espaço também para entendermos melhor a relação dos irmãos que antes bastante unidos tomam rumos completamente distintos para sua vida na América.

As tentativas de conquistas do protagonista são a grande cereja do filme, os mini clímaxs que aparecem em cada uma dessas cenas dá um charme ao filme, uma cena mais hilária que a outra. De exageros, mesmo sendo muitos não atrapalham o andamento da história, a relação de amizade de Maximo com o amigo Rick (Rob Lowe), também um homem de meia idade que se rende à acomodação e interesse de uma relação com uma senhora pobre de rica, é bastante superficial e exagerada, assim como as entradas da sumida Kristen Bell e sua personagem Cindy, um ponto totalmente fora da curva.

Como se Tornar um Conquistador, apesar dos exageros, não deixa de ser uma boa diversão, busca no riso fácil explorar tensões familiares, em cenas muito engraçadas, e com um Eugenio Derbez dominando as cenas.

Crítica do filme: 'Como se Tornar um Conquistador'

O tempo não perdoa seu tempo acomodado. Estreou no meio desse ano nos cinemas nacionais a comédia mexicana Como se Tornar um Conquistador. Totalmente despretensiosa e exalando carisma esse projeto mexicano é uma boa diversão que mesmo tendo clichês em cima de clichês consegue se superar pela força dos personagens. Escrito pela dupla Chris Spain e Jon Zack, e protagonizado pelo astro mexicano Eugenio Derbez (Não Aceitamos Devoluções) o longa marca a estreia do ator Ken Marino na direção.

Na trama, conhecemos o metido a galã de meia idade Maximo (Eugenio Derbez) que vive a 25 anos com uma mulher bem mais velha e cheia da grana. Maximo nunca trabalhou na vida e sempre almejou ter uma vida de conforto sem ter que fazer muito esforço para conquistas. Quando sua esposa o troca por um homem bem mais jovem, Maximo fica sem dinheiro e busca ajuda na irmã, a arquiteta e super mãe Sara (Salma Hayek) que vive uma vida mais simples com sua filho Hugo (Raphael Alejandro). Assim, os irmãos precisarão enfrentar as tristezas do passado distante e juntos superar seus problemas.

O filme camufla todo o drama nas cenas cômicas que preenchem boa parte da trama. Realmente fica muito difícil não rir com um Eugenio Derbez inspirado, mesmo algumas cenas beirando o tosco. A relação entre tio e sobrinho, distante por anos, volta com a toda força mesmo sendo de universos e criações completamente diferentes. O jovem vê no tio uma figura paterna que não tinha desde que o pai falecera anos atrás. Há espaço também para entendermos melhor a relação dos irmãos que antes bastante unidos tomam rumos completamente distintos para sua vida na América.

As tentativas de conquistas do protagonista são a grande cereja do filme, os mini clímaxs que aparecem em cada uma dessas cenas dá um charme ao filme, uma cena mais hilária que a outra. De exageros, mesmo sendo muitos não atrapalham o andamento da história, a relação de amizade de Maximo com o amigo Rick (Rob Lowe), também um homem de meia idade que se rende à acomodação e interesse de uma relação com uma senhora pobre de rica, é bastante superficial e exagerada, assim como as entradas da sumida Kristen Bell e sua personagem Cindy, um ponto totalmente fora da curva.

Como se Tornar um Conquistador, apesar dos exageros, não deixa de ser uma boa diversão, busca no riso fácil explorar tensões familiares, em cenas muito engraçadas, e com um Eugenio Derbez dominando as cenas.

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