O espetáculo de um sonhador que nunca desiste. Tentando sair do papel a cerca de dez anos, o musical The Greatest Showman, no original, finalmente ganhou sua oportunidade e estreou recentemente no circuito brasileiro de exibição. Contemplando a estreia na direção de um longa metragem do agora cineasta Michael Gracey, O Rei do Show é um musical empolgante, que narra uma história de uma época pelas entrelinhas de um sonhador e sua busca constante em surpreender seu público. No papel principal, um dos maiores atores showman do circuito hollywoodiano/Broadway, o australiano, eterno Wolverine, Hugh Jackman, que mais uma vez mostra que consegue emocionar numa tela grande.

Na trama, situada no início de 1800, conhecemos o esforçado, vindo de família humilde, P.T. Barnum (Hugh Jackman) que faz de tudo para sobreviver e dar uma vida digna para sua esposa Charity (Michelle Williams) e suas duas filhas. Mas o protagonista é um grande sonhador com veia empreendedora e logo após ser demitido de um trabalho burocrático, resolve investir tudo o que possui e criar uma espécie de museu de curiosidades, tendo como foco diversos e peculiares artistas. Assim, consegue aos poucos reunir a atenção de muitos e vai se consolidando como um grande empresário nacionalmente conhecido.

Um dos méritos do roteiro, assinado por Bill Condon (Kinsey - Vamos Falar de Sexo) e Jenny Bicks (Rio 2), é tratar de todo um preconceito forte da época, representado pelo pai de Charity que nunca aceitara o casamento da filha, e por parte do público que se manifestava violentamente em relação aos astros do show de Barnum. Como todo musical, O Rei do Show é repleto de músicas encantadoras, com performances espetaculares de seus intérpretes. É um filme bem cantando mas sem perder o sentido e direção, toda música explica uma situação, uma emoção, recurso adotado com louvor pelos carismáticos personagens.


Longe de ser longo demais, provoca emoções instantâneas, há uma proximidade muito grande do público com o que acontece em cena. Ótima oportunidade para quem nunca viu um musical, ou apenas diz que não gosta, conferir esse belíssimo trabalho que pode ganhar alguma indicação no Oscar 2018. 

Crítica do filme: 'O Rei do Show'

O espetáculo de um sonhador que nunca desiste. Tentando sair do papel a cerca de dez anos, o musical The Greatest Showman, no original, finalmente ganhou sua oportunidade e estreou recentemente no circuito brasileiro de exibição. Contemplando a estreia na direção de um longa metragem do agora cineasta Michael Gracey, O Rei do Show é um musical empolgante, que narra uma história de uma época pelas entrelinhas de um sonhador e sua busca constante em surpreender seu público. No papel principal, um dos maiores atores showman do circuito hollywoodiano/Broadway, o australiano, eterno Wolverine, Hugh Jackman, que mais uma vez mostra que consegue emocionar numa tela grande.

Na trama, situada no início de 1800, conhecemos o esforçado, vindo de família humilde, P.T. Barnum (Hugh Jackman) que faz de tudo para sobreviver e dar uma vida digna para sua esposa Charity (Michelle Williams) e suas duas filhas. Mas o protagonista é um grande sonhador com veia empreendedora e logo após ser demitido de um trabalho burocrático, resolve investir tudo o que possui e criar uma espécie de museu de curiosidades, tendo como foco diversos e peculiares artistas. Assim, consegue aos poucos reunir a atenção de muitos e vai se consolidando como um grande empresário nacionalmente conhecido.

Um dos méritos do roteiro, assinado por Bill Condon (Kinsey - Vamos Falar de Sexo) e Jenny Bicks (Rio 2), é tratar de todo um preconceito forte da época, representado pelo pai de Charity que nunca aceitara o casamento da filha, e por parte do público que se manifestava violentamente em relação aos astros do show de Barnum. Como todo musical, O Rei do Show é repleto de músicas encantadoras, com performances espetaculares de seus intérpretes. É um filme bem cantando mas sem perder o sentido e direção, toda música explica uma situação, uma emoção, recurso adotado com louvor pelos carismáticos personagens.


Longe de ser longo demais, provoca emoções instantâneas, há uma proximidade muito grande do público com o que acontece em cena. Ótima oportunidade para quem nunca viu um musical, ou apenas diz que não gosta, conferir esse belíssimo trabalho que pode ganhar alguma indicação no Oscar 2018. 

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