Sabe aquele filme que quando começa você sente que já viu? Conspiração Terrorista, uma das dezenas produções que a Netflix vem lançando aos longo dos últimos meses, talvez seja o mais fraco dessa safra. Dirigido pelo cineasta britânico Michael Apted (dos ótimos Enigma e Nell), o projeto encalha em um roteiro cheio de clichês, com personagens pouco inspirados e um ritmo que não consegue o equilíbrio, frustrando qualquer tentativa de interação com o público. A produção conta com o sumido Orlando Bloom (em mais um papel imperceptível em sua carreira), Noomi Rapace como a protagonista e Michael Douglas como um dos coadjuvantes.

Na trama, conhecemos uma quase ex-agente da CIA chamada Alice (Noomi Rapace) que acabou sendo colocada na geladeira pela agência por conta de problemas em uma operação no passado. Especializada em interrogatórios, acaba sendo envolvida em uma operação em Londres quando é contatada por um grupo que se disfarça de agentes da CIA. Assim, precisa correr contra o tempo para buscar sua inocência e buscar informações mais completas sobre um eminente ataque biológico em um dos lugares mais freqüentados do mundo.

Dividido em arcos bastante confusos, em sua primeira parte, a mais interessante, vamos descobrindo a rotina de Alice e pequenas pinceladas sobre quem ela realmente é e sua atual situação com a agência da qual era uma das principais especialistas em interrogatórios. A partir daí, tudo fica muito confuso, buscando criar surpresas para o público, o famoso plot twist, muito visto em seriados que conseguem sucesso na TV norte americana, o roteiro assinado por Peter O'Brien (em seu primeiro trabalho em cinema, antes, somente, escreveu um roteiro de um jogo de vídeo game) se perde totalmente, dando preferência para cenas de ação do que propriamente dito à trama.

Mesmo quem gosta de filmes de ação, perceberá semelhanças com outras dezenas de produções que assistimos nos cinemas ou na televisão ao longo dos anos. Conspiração Terrorista é resumidamente um gigante avião que não tem combustível nem para uma viagem Rio x SP.

Crítica do filme: 'Conspiração Terrorista'


Sabe aquele filme que quando começa você sente que já viu? Conspiração Terrorista, uma das dezenas produções que a Netflix vem lançando aos longo dos últimos meses, talvez seja o mais fraco dessa safra. Dirigido pelo cineasta britânico Michael Apted (dos ótimos Enigma e Nell), o projeto encalha em um roteiro cheio de clichês, com personagens pouco inspirados e um ritmo que não consegue o equilíbrio, frustrando qualquer tentativa de interação com o público. A produção conta com o sumido Orlando Bloom (em mais um papel imperceptível em sua carreira), Noomi Rapace como a protagonista e Michael Douglas como um dos coadjuvantes.

Na trama, conhecemos uma quase ex-agente da CIA chamada Alice (Noomi Rapace) que acabou sendo colocada na geladeira pela agência por conta de problemas em uma operação no passado. Especializada em interrogatórios, acaba sendo envolvida em uma operação em Londres quando é contatada por um grupo que se disfarça de agentes da CIA. Assim, precisa correr contra o tempo para buscar sua inocência e buscar informações mais completas sobre um eminente ataque biológico em um dos lugares mais freqüentados do mundo.

Dividido em arcos bastante confusos, em sua primeira parte, a mais interessante, vamos descobrindo a rotina de Alice e pequenas pinceladas sobre quem ela realmente é e sua atual situação com a agência da qual era uma das principais especialistas em interrogatórios. A partir daí, tudo fica muito confuso, buscando criar surpresas para o público, o famoso plot twist, muito visto em seriados que conseguem sucesso na TV norte americana, o roteiro assinado por Peter O'Brien (em seu primeiro trabalho em cinema, antes, somente, escreveu um roteiro de um jogo de vídeo game) se perde totalmente, dando preferência para cenas de ação do que propriamente dito à trama.

Mesmo quem gosta de filmes de ação, perceberá semelhanças com outras dezenas de produções que assistimos nos cinemas ou na televisão ao longo dos anos. Conspiração Terrorista é resumidamente um gigante avião que não tem combustível nem para uma viagem Rio x SP.

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