Algumas vezes, um clichê é a melhor forma de se explicar um ponto de vista. Ou não. Parecendo fragmentos de um clipe musical muito mais do que um filme, a história de amor Sol da Meia Noite, protagonizado por Bella Thorne e Patrick Schwarzenegger (sim, o filho do Arnold), aborda o surgimento do primeiro amor tardio e as impossibilidades por conta de variáveis incontroláveis do destino. Refilmagem do longa japonês Taiyô no Uta (2006), a produção norte americana parece se perder do primeiro ao último minuto. Não há magia, não há carisma, não há originalidade. Um grande candidato para sessões da tarde dos próximos anos.

Na trama, conhecemos a jovem Katie (Bella Thorne), uma adolescente que sempre viveu confinada em casa por causa de uma rara doença ligada a sensibilidade severa a luz do sol. Seu convívio diário era apenas com seu pai, o carinhoso Jack (Rob Riggle) e sua única amiga Morgan (Quinn Shephard). Até que um dia, quando está tocando violão e cantando uma de suas canções em uma estação de trem, uma espécie de hobby que faz à noite e fora de casa, acaba sendo surpreendida por Charlie (Patrick Schwarzenegger), por quem sempre foi apaixonada.

Uma história de amor, que transborda clichês. O modelo norte-americano de diversão dos jovens do ensino médio mais uma vez vem à tona. Apressada, a trama se constrói de maneira atrapalhada, vazia, sem força alguma. Por mais que o tema principal, o fato da protagonista ter uma doença que a impede de sair à luz do sol, sempre esteja implícito, o que pode ser considerado um ponto positivo do roteiro, todo o resto do contexto parece sem direção, rumando para definições da trama previsíveis e sonolentas.


Crítica do filme: 'Sol da Meia Noite'


Algumas vezes, um clichê é a melhor forma de se explicar um ponto de vista. Ou não. Parecendo fragmentos de um clipe musical muito mais do que um filme, a história de amor Sol da Meia Noite, protagonizado por Bella Thorne e Patrick Schwarzenegger (sim, o filho do Arnold), aborda o surgimento do primeiro amor tardio e as impossibilidades por conta de variáveis incontroláveis do destino. Refilmagem do longa japonês Taiyô no Uta (2006), a produção norte americana parece se perder do primeiro ao último minuto. Não há magia, não há carisma, não há originalidade. Um grande candidato para sessões da tarde dos próximos anos.

Na trama, conhecemos a jovem Katie (Bella Thorne), uma adolescente que sempre viveu confinada em casa por causa de uma rara doença ligada a sensibilidade severa a luz do sol. Seu convívio diário era apenas com seu pai, o carinhoso Jack (Rob Riggle) e sua única amiga Morgan (Quinn Shephard). Até que um dia, quando está tocando violão e cantando uma de suas canções em uma estação de trem, uma espécie de hobby que faz à noite e fora de casa, acaba sendo surpreendida por Charlie (Patrick Schwarzenegger), por quem sempre foi apaixonada.

Uma história de amor, que transborda clichês. O modelo norte-americano de diversão dos jovens do ensino médio mais uma vez vem à tona. Apressada, a trama se constrói de maneira atrapalhada, vazia, sem força alguma. Por mais que o tema principal, o fato da protagonista ter uma doença que a impede de sair à luz do sol, sempre esteja implícito, o que pode ser considerado um ponto positivo do roteiro, todo o resto do contexto parece sem direção, rumando para definições da trama previsíveis e sonolentas.


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