A velha história da espionagem de tempos atrás. Sabe aquele filme que parece reunir todos os elementos para ser muito bom e acaba fracassando em coisas básicas para uma história interessante? The Catcher Was a Spy, dirigido pelo cineasta polonês Ben Lewin, do recente Tudo que Quero (2017) e do ótimo As Sessões (2012), conta uma história real sobre o universo da espionagem onde um astro do baseball vira um espião por conta de suas habilidades e inteligência. O roteiro naufraga do início ao fim, falta ritmo ao filme e a direção é talvez o único bom fator que podemos mencionar. O elenco é estrelar: Guy Pearce, Connie Nielsen, Mark Strong, Sienna Miller, Paul Giamatti, Jeff Daniels, Tom Wilkinson, Giancarlo Giannini são alguns dos ótimos nomes que aparecem no filme.

Todo filmado em White Plains (Nova Iorque), The Catcher Was a Spy nos apresenta Moe Berg (Paul Rudd) um famoso jogador de baseball da MLB (liga norte americana profissional), fluente em muitas línguas, que acaba indo trabalhar como uma espécie de agente secreto de uma agência norte americana participando de uma missão importante, saber quais as intenções de um cientista famoso que presta serviço aos nazistas.

Os primeiros arcos do roteiro até são satisfatórios, focando na vida e personalidade contida do esportista Moe Berg. Sua relação com a mulher de sua vida, os primórdios de sua iniciação como agente secreto e todas as escolhas que precisa fazer seguindo as convicções do que acha que é o correto para o momento. Quando a parte da espionagem entra na história, as coisas começam a se complicar. Nada é muito simples em filmes do tipo, mas The Catcher Was a Spy consegue criar dezenas de dúvidas sobre como determinadas ações aconteciam. As licenças poéticas de transformar em filme fatos reais, que foram narrados no livro The Catcher Was A Spy: The Mysterious Life of Moe Berg, de Nicholas Dawidoff, distanciam o interesse.Ótimos nomes aparecem apenas como coadjuvantes ao lado do fraco protagonista interpretado pelo intérprete do vingador Homem Formiga.

Exibido no início desse ano no famoso Festival de Sundance, The Catcher Was a Spy é apenas um filme morno, sonolento em alguns momentos, que se perde em seu roteiro.

Crítica do filme: 'The Catcher Was a Spy'


A velha história da espionagem de tempos atrás. Sabe aquele filme que parece reunir todos os elementos para ser muito bom e acaba fracassando em coisas básicas para uma história interessante? The Catcher Was a Spy, dirigido pelo cineasta polonês Ben Lewin, do recente Tudo que Quero (2017) e do ótimo As Sessões (2012), conta uma história real sobre o universo da espionagem onde um astro do baseball vira um espião por conta de suas habilidades e inteligência. O roteiro naufraga do início ao fim, falta ritmo ao filme e a direção é talvez o único bom fator que podemos mencionar. O elenco é estrelar: Guy Pearce, Connie Nielsen, Mark Strong, Sienna Miller, Paul Giamatti, Jeff Daniels, Tom Wilkinson, Giancarlo Giannini são alguns dos ótimos nomes que aparecem no filme.

Todo filmado em White Plains (Nova Iorque), The Catcher Was a Spy nos apresenta Moe Berg (Paul Rudd) um famoso jogador de baseball da MLB (liga norte americana profissional), fluente em muitas línguas, que acaba indo trabalhar como uma espécie de agente secreto de uma agência norte americana participando de uma missão importante, saber quais as intenções de um cientista famoso que presta serviço aos nazistas.

Os primeiros arcos do roteiro até são satisfatórios, focando na vida e personalidade contida do esportista Moe Berg. Sua relação com a mulher de sua vida, os primórdios de sua iniciação como agente secreto e todas as escolhas que precisa fazer seguindo as convicções do que acha que é o correto para o momento. Quando a parte da espionagem entra na história, as coisas começam a se complicar. Nada é muito simples em filmes do tipo, mas The Catcher Was a Spy consegue criar dezenas de dúvidas sobre como determinadas ações aconteciam. As licenças poéticas de transformar em filme fatos reais, que foram narrados no livro The Catcher Was A Spy: The Mysterious Life of Moe Berg, de Nicholas Dawidoff, distanciam o interesse.Ótimos nomes aparecem apenas como coadjuvantes ao lado do fraco protagonista interpretado pelo intérprete do vingador Homem Formiga.

Exibido no início desse ano no famoso Festival de Sundance, The Catcher Was a Spy é apenas um filme morno, sonolento em alguns momentos, que se perde em seu roteiro.

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