A linha tênue entre o ensinar e o provocar. Dirigido pelo ator e cineasta israelense Yvan Attal, Le Brio, no original, é a saga de uma relação controversa entre um mestre e uma aluna, com pitadas jurídicas e diálogos que preenchem nosso campo emocional. Ainda em exibição no circuito exibidor brasileiro, o filme é uma grande aula sobre a sociedade que vivemos e como enxergamos o próximo.
Indicado em algumas categorias ao César (o Oscar francês) desse ano, na trama, conhecemos a jovem, estudiosa e esforçada Neila (Camélia Jordana) que entra em uma prestigiada universidade para cursar direito. Logo no primeiro dia de aula, chega minutos atrasada e é repreendida na frente de todos pelo experiente e polêmico professor Pierre (Daniel Auteuil). Assim, começa a relação entre esses dois, completamente opostos que precisarão unir seus aprendizados quando Pierre é indicado para dar aulas preparatórias à Neila visando um importante concurso de oratória entre universidades francesas.
O roteiro é básico e eficiente. Mas quem comanda as ações são as belas atuações de Auteuil e Jordana, duas gerações distantes que brilham na tela. Essa relação mextre x aluno é o grande epicentro da história, deixando qualquer ida além da superfície em subtramas de lado. Há uma abiguidade no modo de se tratarem, na maneira como enxergam o mundo, durante todo o filme vemos uma luta de argumentos, muito deboche e ensinamentos que ambos levarão para o restante de suas vidas. É um filme que estudantes de direito de todo o mundo vão curtir, quem não curte muito essa vertente também tem outras brechas para se apaixonar por essa história.
Indicado em algumas categorias ao César (o Oscar francês) desse ano, na trama, conhecemos a jovem, estudiosa e esforçada Neila (Camélia Jordana) que entra em uma prestigiada universidade para cursar direito. Logo no primeiro dia de aula, chega minutos atrasada e é repreendida na frente de todos pelo experiente e polêmico professor Pierre (Daniel Auteuil). Assim, começa a relação entre esses dois, completamente opostos que precisarão unir seus aprendizados quando Pierre é indicado para dar aulas preparatórias à Neila visando um importante concurso de oratória entre universidades francesas.
O roteiro é básico e eficiente. Mas quem comanda as ações são as belas atuações de Auteuil e Jordana, duas gerações distantes que brilham na tela. Essa relação mextre x aluno é o grande epicentro da história, deixando qualquer ida além da superfície em subtramas de lado. Há uma abiguidade no modo de se tratarem, na maneira como enxergam o mundo, durante todo o filme vemos uma luta de argumentos, muito deboche e ensinamentos que ambos levarão para o restante de suas vidas. É um filme que estudantes de direito de todo o mundo vão curtir, quem não curte muito essa vertente também tem outras brechas para se apaixonar por essa história.
