O dom de proteger a todos e a tudo em busca de uma redenção. Desde décadas atrás o mundo do cinema acabou ficando carente de fortes filmes de ação, que levavam muito público ao cinema. A franquia O Protetor não preenche completamente essa lacuna por mais que o seu personagem símbolo seja repleto de habilidades e excentricidades além de contar sempre com a boa atuação do veterano Denzel Washington.  Em O Protetor 2, com uma história que começa muito morna, com situações parecidas com as quais nos deparamos no primeiro filme da franquia, acaba engatando uma quinta marcha após um acontecimento chave na trama dirigida novamente por Antoine Fuqua.

Na trama, acompanhamos novamente o ex-agente da CIA Robert McCall (Denzel Washington) que deixou a famosa agência faz anos para viver escondido/desaparecido tentando levar uma vida normal após a morte da esposa mas sempre ajudando a todos que precisam ou cruzam seu caminho. Tentando ajudar um jovem a voltar para o caminho certo e esquecer o mundo das drogas, McCall recebe um telefonema que muda novamente seu rumo quando uma pessoa muito querida e especial para ele é brutalmente assassinada em outro país. Seguindo a trilha dos assassinos da amiga, o protetor precisará enfrentar fantasmas do passado que surgem misteriosamente em seu presente.

Até a metade do filme, era tudo muito mais do mesmo (não que depois não continuemos com esse pensamento) mas algumas manobras do roteiro deixam a fita no mínimo mais interessante pois o motivo da mudança de rumo do personagem faz com que McCall volte a ficar atormentado, deixando sua marcante organização de lado. Há quem vai dizer que nesse segundo filme foi gasta muita munição que poderiam ser incrementos de futuros outros filmes da franquia, baseada em uma série de sucesso dos anos 80 criado por Michael Sloan, mas sabemos que no mundo do cinema há uma criatividade sem medida e muitos outros elos podem ser criados.

Passando que nem uma flecha pelo circuito brasileiro, nem de longe o mesmo sucesso do primeiro filme, O Protetor 2 é um daqueles filmes que estarão na Tela Quente, e daqui alguns anos na sessão da tarde, muito em breve.

Crítica do filme: 'O Protetor 2'


O dom de proteger a todos e a tudo em busca de uma redenção. Desde décadas atrás o mundo do cinema acabou ficando carente de fortes filmes de ação, que levavam muito público ao cinema. A franquia O Protetor não preenche completamente essa lacuna por mais que o seu personagem símbolo seja repleto de habilidades e excentricidades além de contar sempre com a boa atuação do veterano Denzel Washington.  Em O Protetor 2, com uma história que começa muito morna, com situações parecidas com as quais nos deparamos no primeiro filme da franquia, acaba engatando uma quinta marcha após um acontecimento chave na trama dirigida novamente por Antoine Fuqua.

Na trama, acompanhamos novamente o ex-agente da CIA Robert McCall (Denzel Washington) que deixou a famosa agência faz anos para viver escondido/desaparecido tentando levar uma vida normal após a morte da esposa mas sempre ajudando a todos que precisam ou cruzam seu caminho. Tentando ajudar um jovem a voltar para o caminho certo e esquecer o mundo das drogas, McCall recebe um telefonema que muda novamente seu rumo quando uma pessoa muito querida e especial para ele é brutalmente assassinada em outro país. Seguindo a trilha dos assassinos da amiga, o protetor precisará enfrentar fantasmas do passado que surgem misteriosamente em seu presente.

Até a metade do filme, era tudo muito mais do mesmo (não que depois não continuemos com esse pensamento) mas algumas manobras do roteiro deixam a fita no mínimo mais interessante pois o motivo da mudança de rumo do personagem faz com que McCall volte a ficar atormentado, deixando sua marcante organização de lado. Há quem vai dizer que nesse segundo filme foi gasta muita munição que poderiam ser incrementos de futuros outros filmes da franquia, baseada em uma série de sucesso dos anos 80 criado por Michael Sloan, mas sabemos que no mundo do cinema há uma criatividade sem medida e muitos outros elos podem ser criados.

Passando que nem uma flecha pelo circuito brasileiro, nem de longe o mesmo sucesso do primeiro filme, O Protetor 2 é um daqueles filmes que estarão na Tela Quente, e daqui alguns anos na sessão da tarde, muito em breve.

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