Surpresas da vida modeladas aos exageros de um cinemão. Fenômeno surpreendente de bilheteria nos Estados Unidos nesse ano, Podres de Ricos desembarcou no circuito brasileiro de exibição semanas atrás tentando preencher a lacuna das boas comédias que assistimos de vez em quando no cinema. Baseado no livro de sucesso Crazy Rich Asians de Kevin Kwan, e dirigido pelo cineasta californiano Jon M. Chu (Truque de Mestre: o 2º Ato) o filme é uma grande sessão da tarde ao melhor estilo cinderela (não a baiana, calma). O sonolento roteiro busca suas forças nos clichês, algo como aquela fórmula que já deu certo outras vezes, deixando pouca margem para suspiros mais profundos.

Na trama, conhecemos a feliz e inteligente professora de economia Rachel Chu (Constance Wu) que namora com o misterioso Nick (Henry Golding), de quem nunca conheceu a família. Certo dia e próximo de ser pedida em casamento sem saber, Rachel resolve aceitar o convite de Nick para viajar com ele para Singapura, onde irão juntos ao casamento do melhor amigo dele. Chegando lá, ela percebe que Nick é filho da família mais rica do país, herdeiro de uma fortuna inestimável e um dos solteiros mais cobiçados do lugar. Além de enfrentar toda a surpresa da revelação, precisará enfrentar as regras e desconfiança de Eleonor (Michelle Yeoh), mãe de Nick.

Com filmagens realizadas em Singapura e na Malásia (belíssimas imagens de lindos lugares), Crazy Rich Asians , no original, é a reunião de todo o glamour de riqueza dos personagens ricos das novelas, com pitadas do programa no estilo ‘fofocalizando’ e recheio de reality shows parecido com o das Kardashians. O roteiro é bem simples, superficial e abre margem para continuações, mesmo com personagens simpáticos não consegue fugir do rótulo de água com açúcar.

Melhor personagem e com certo ar de misteriosa, Eleonor, a mãe toda poderosa de Nick, sempre que em cena contribui para que o interesse chegue com mais força para a história que estamos sendo apresentados. Se continuações acontecerem e conseguirem profundidade nesse arco da trajetória dos pombinhos milionários, o eterno duelo entre nora e sogra, o segundo filme tem tudo para ser melhor que esse primeiro.  

Crítica do filme: 'Podres de Ricos'


Surpresas da vida modeladas aos exageros de um cinemão. Fenômeno surpreendente de bilheteria nos Estados Unidos nesse ano, Podres de Ricos desembarcou no circuito brasileiro de exibição semanas atrás tentando preencher a lacuna das boas comédias que assistimos de vez em quando no cinema. Baseado no livro de sucesso Crazy Rich Asians de Kevin Kwan, e dirigido pelo cineasta californiano Jon M. Chu (Truque de Mestre: o 2º Ato) o filme é uma grande sessão da tarde ao melhor estilo cinderela (não a baiana, calma). O sonolento roteiro busca suas forças nos clichês, algo como aquela fórmula que já deu certo outras vezes, deixando pouca margem para suspiros mais profundos.

Na trama, conhecemos a feliz e inteligente professora de economia Rachel Chu (Constance Wu) que namora com o misterioso Nick (Henry Golding), de quem nunca conheceu a família. Certo dia e próximo de ser pedida em casamento sem saber, Rachel resolve aceitar o convite de Nick para viajar com ele para Singapura, onde irão juntos ao casamento do melhor amigo dele. Chegando lá, ela percebe que Nick é filho da família mais rica do país, herdeiro de uma fortuna inestimável e um dos solteiros mais cobiçados do lugar. Além de enfrentar toda a surpresa da revelação, precisará enfrentar as regras e desconfiança de Eleonor (Michelle Yeoh), mãe de Nick.

Com filmagens realizadas em Singapura e na Malásia (belíssimas imagens de lindos lugares), Crazy Rich Asians , no original, é a reunião de todo o glamour de riqueza dos personagens ricos das novelas, com pitadas do programa no estilo ‘fofocalizando’ e recheio de reality shows parecido com o das Kardashians. O roteiro é bem simples, superficial e abre margem para continuações, mesmo com personagens simpáticos não consegue fugir do rótulo de água com açúcar.

Melhor personagem e com certo ar de misteriosa, Eleonor, a mãe toda poderosa de Nick, sempre que em cena contribui para que o interesse chegue com mais força para a história que estamos sendo apresentados. Se continuações acontecerem e conseguirem profundidade nesse arco da trajetória dos pombinhos milionários, o eterno duelo entre nora e sogra, o segundo filme tem tudo para ser melhor que esse primeiro.  

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