Fui ao cinema no UCI(isso mesmo, UCI no RJ, passando filmes Cult) ver na semana anterior ao natal um filme Cult. Liguei para o cinema, li e reli o jornal para saber se era verdade. Só acreditei quando cheguei na sala de exibição e haviam 9 pessoas. 2 casais idosos, um cinéfilo de uns 30 anos e 4 crianças gritando e zombando(estavam na sala errada, obviamente). Bem , mal eu sabia, me preparava para ver um dos melhores filmes de 2010 com certeza.


UM HOMEM QUE GRITA tem no seu título, muito bem bolado, a idéia total que o filme quer passar. Na trama um ex-campeão de natação de campeonatos da África é atualmente guardião de piscina de um hotel ao lado de seu filho. Tudo vai bem até uma guerra começar, algumas escolhas infelizes e muito drama consomem a história até seu desfecho emocionante.

Eu adorei a sensibilidade que o diretor Mahamat-Saleh Haroun teve ao conduzir alguns takes muito interessantes, utilizando pouquíssimos recursos. A maneira de passar ao espectador o sofrimento aos olhos daquele ex-campeão é feita de maneira honesta e puramente real. A cena final no rio(não irei dar muitos spoilers, prometo) é algo muito bem feito e trivialmente sensacional.

Para você que quer se emocionar, veja e depois me diga o que achou desse filme que fala sobre os horrores da guerra em Chade, na África.

Um Homem que Grita

Fui ao cinema no UCI(isso mesmo, UCI no RJ, passando filmes Cult) ver na semana anterior ao natal um filme Cult. Liguei para o cinema, li e reli o jornal para saber se era verdade. Só acreditei quando cheguei na sala de exibição e haviam 9 pessoas. 2 casais idosos, um cinéfilo de uns 30 anos e 4 crianças gritando e zombando(estavam na sala errada, obviamente). Bem , mal eu sabia, me preparava para ver um dos melhores filmes de 2010 com certeza.


UM HOMEM QUE GRITA tem no seu título, muito bem bolado, a idéia total que o filme quer passar. Na trama um ex-campeão de natação de campeonatos da África é atualmente guardião de piscina de um hotel ao lado de seu filho. Tudo vai bem até uma guerra começar, algumas escolhas infelizes e muito drama consomem a história até seu desfecho emocionante.

Eu adorei a sensibilidade que o diretor Mahamat-Saleh Haroun teve ao conduzir alguns takes muito interessantes, utilizando pouquíssimos recursos. A maneira de passar ao espectador o sofrimento aos olhos daquele ex-campeão é feita de maneira honesta e puramente real. A cena final no rio(não irei dar muitos spoilers, prometo) é algo muito bem feito e trivialmente sensacional.

Para você que quer se emocionar, veja e depois me diga o que achou desse filme que fala sobre os horrores da guerra em Chade, na África.

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