Pular para o conteúdo principal

Beautiful Boy - Cinema com Raphael Camacho

Uma visão de certos fatos, pouco vista na sétima arte. O Sofrimento duplo de pais de um jovem em conflito, que entra em confronto com a razão, deixando lares devastados. No novo longa, do estreante na direção Shawn Ku, a dor e a emoção tomam conta do ambiente, com uma história já vista em outros filmes mas com um direcionamento (para mostrar a trama) bastante original. A produção acaba entrando na mesma ótica do tão comentado longa “We Need to Talk About Kevin”, porém, tem uma narrativa dos fatos um pouco diferentes. Ambos os filmes tem ótimas atuações de todo o elenco o que ajuda muito na interação com o espectador.

Na trama, uma família de classe média americana é devastada com a notícia da morte do filho em um atentado numa universidade. Para piorar a situação, são avisados de que seu próprio filho fizera tal ato, provocando um sofrimento de tamanho incalculável.

Para a missão de levar emoção ao público, foram chamados uma dupla muito competente de atores. Michael Sheen e Maria Bello. O primeiro tenta ser o porto seguro, o mais forte da dupla, tentando restabelecer uma certa rotina após os fatos que abalaram sua família. Mas aos poucos o personagem vai se perdendo em seus próprios pensamentos e a raiva da ação do familiar, vira culpa por não ter impedido a tragédia.  Já a segunda, demora a entender a situação. Redatora, é uma mãe muito controladora, que sempre impôs uma certa disciplina ao seu único filho. É devastada com a notícia no começo, aos poucos acaba virando o grande ponto forte da relação do casal e nela é que eles buscam a saída desse terror que estão vivendo.

Com um ótimo elenco, ‘Beautiful Boy’, é super recomendado aos amantes da sétima arte.

Postagens mais visitadas deste blog

Jantar para Idiotas

Depois de ler a sinopse eu ja sabia que não iria gostar mas como todo cinéfilo é teimoso... fui assistir a esssa produção em uma noite que estava sem sono. Resumindo, foi muito difícil chegar ate o final. Paul Rudd não consegue sair desses papeizinhos de homem de 30 anos com alguma crise; seja ela no casamento, na desilusão de não ter amigos, ou conhecendo alguma garota dos seus sonhos. Dessa vez, ele é um empregado de uma grande empresa e para se enturmar com a gerência tem que arranjar um idiota(isso mesmo, pasmem) para levar em um jantar onde há uma zoação generalizada em cima dessas pobres almas. Nem comentarei o papel ridículo de Steve Carell nesse filme. Eu fiquei imaginando como Hollywood ainda pode bancar idéias desse tipo. Tanto roteiro bom engavetado e uma porcaria dessas é lançada, vendendo uma idéia besta como essa. Isso só serve para aumentar bullying(Alô Serginho Groisman!) nas escolas entre outras coisas, que não são os mais corretos, em uma sociedade robótica onde o cin...

Tron (1982)

Bem galera, vi recentemente o primeiro filme de TRON, muito por conta da minha teimosia de sempre ver sequências, ou alguma parecido com isso, na sua ordem cronológica. Muito engraçado ver o Jeff Bridges novinho e sem aquela barriga saliente, nem parece o grande lebowski ou outro grande personagem que ele ajudou a eternizar. Flynn , nome do personagem principal da trama, é um programador de jogos de vídeo games (universo que conheço um pouco) e acaba entrando dentro do programa, tornando-se peça de suas criações. A idéia do filme é bastante interessante, se pensarmos, que o filme foi produzido em 1982 e os computadores não eram essas super máquinas que, hoje, encontramos em qualquer esquina. Por isso, vejo TRON(a versão 1) como sendo revolucionário nessa coisa de ficção ligada a computadores e sistemas. A execução do filme não é lá essas coisas e chega a ser bem confuso em determinadas horas aqueles efeitos e sequencias malucas que o roteirista inventou. O final do filme não era como...