Pular para o conteúdo principal

Entrevista com o tecladista da banda RPM, Luiz Schiavon

Em 1983, surgia no cenário musical brasileiro uma das grandes bandas de Rock mais populares da nossa história, “Revoluções por Minuto”, ou melhor dizendo, RPM. Na segunda metade dos anos 80, conseguiram bater todos os recordes de vendagens da indústria fonográfica brasileira. Sucessos como: "Rádio Pirata", "Olhar 43", "Alvorada Voraz” tomaram seus espaços nas rádios e programas de todo o Brasil.

Pensando na série de entrevistas que o jornalista Raphael Camacho está fazendo com grandes personalidades da música, das artes, dos esportes comentando um pouquinho sobre cinema, ele foi atrás do tecladista Luiz Schiavon, um dos membros fundadores do grupo RPM.

Falando sobre o clássico da década de 40, de Orson Welles, “Cidadão Kane” e citando o californiano Dustin Hoffman como um dos artistas internacionais que mais gosta dentro do universo do cinema, Schiavon foi muito simpático ao responder às três perguntas que foram feitas.


- Qual o seu filme preferido e porquê?

“Cidadão Kane”, por vários motivos. A discussão sobre a força e influência da mídia, as inovações na forma dos enquadramentos, a técnica narrativa entre outros pontos.



- Qual foi o último filme que você viu?

“Hugo”, de Martin Scorsese



- Qual o artista (pode ser nacional ou internacional) que eles mais gostam dentro do universo do cinema?

Essa é difícil. Existem dezenas dos chamados "monstros sagrados" tanto no Brasil quanto fora e lembrar de apenas um é complicado, mas vamos lá. Cito a ambos pela versatilidade e pelo conjunto de grandes filmes e personagens memoráveis. No Brasil José Wilker e internacionalmente, Dustin Hoffman.

Postagens mais visitadas deste blog

Pausa para uma série: Absentia – 1ª Temporada

O desespero de uma nova vida dentro de uma mesma realidade. Protagonizada por Stana Katic ( Castle ), Absentia tem um dos roteiros mais complicados das séries de mistérios com tiro porrada e bomba da atualidade, mesmo assim coloca uma pulga atrás da orelha do espectador pois os episódios da primeira temporada parecem a todo tempo nos fazer várias perguntas que obviamente surgem entre em uma revelação e outra, deixando a icógnita se teremos respostas ao fim dessa jornada. Uma agente do FBI, um sumiço de anos, uma frenética volta ao convívio aos seus conhecidos e o paradigma das escolhas, isso tudo dento de um background de um assassino misterioso. Pra quem gosta de maratonar uma série com muitas surpresas, Absentia pode ser uma boa dica.  Tem na Amazon Prime . Nessa mistura de drama pessoal com suspense e ação, acompanhamos a trajetória de uma agente do FBI chamada Emily ( Stana Katic ) que sumiu por longos seis anos sem ninguém ter muita noção de seu paradeiro até que um certo...

Crítica do filme: 'De Sombra e Silêncio'

A cumplicidade em meio a um mar de descobertas. Diretamente de um país da Europa central com ótimas contribuições à sétima arte, a República tcheca (ou atualizado, Tchéquia), o longa-metragem De Sombra e Silêncio de forma objetiva e sem muita delonga transforma um segredo familiar em um pilar de acontecimentos surpreendentes  que rumam para o imprevisível. A vida do veterinário Martin ( Marian Mitas ) passou por uma enorme transformação após um acidente de trabalho, fato esse que o deixou em uma situação estável mas bastante limitada, sem falar e com sérios problemas. Para cuidar dele, a esposa Erika ( Jana Plodková ) entra logo num embate com a sogra Dana ( Milena Steinmasslová ), com quem nunca teve boa relação. Com a chegada de uma outra mulher nessa história, segredos do passado vai sendo passados a limpo culminando em uma série de situações surpreendentes. Umas das chaves do roteiro assinado - pelo também diretor da obra - Tomas Masin é gradativamente empilhar camadas em...

Crítica do filme: 'Criaturas do Farol'

As dúvidas sobre o canto da sereia. Se perdendo em alguns momentos entre os achismos que surgem naturalmente numa relação desconfiada entre duas pessoas que nunca se viram, o longa-metragem Criaturas do Farol é um peculiar suspense psicológico com poucas perguntas e também poucas respostas. O roteiro se fortalece em diálogos que nos guiam para uma jornada emocional e paranoias que prendem a atenção na maior parte do tempo mas não chegam a empolgar. Pensando em realizar um objetivo náutico, que remete lembranças ao pai e apoiada pelo avô, a jovem Emily ( Julia Goldani Telles ) parte com seu veleiro rumo às infinidades dos oceanos. Chegando no sul do pacífico, a embarcação é atingida por uma tempestade e acaba indo parar numa ilha onde é resgatada pelo faroleiro Ismael ( Demián Bichir ). Logo essa relação de gratidão passará por enormes desconfianças. Como contar uma história que está em uma bolha no campo das suposições? A tensão por meio do chocalhar psicológico se torna um corpul...