A verdadeira família é aquela unida pelo espírito e não pelo sangue. Lançado em fevereiro desse ano na Itália e com filmagens realizadas na paradisíaca ilha italiana de Ísquia, no golfo de Nápoles, o novo trabalho do cineasta Gabriele Muccino (À Procura da Felicidade) reúne diversos personagens em uma comemoração para mostrar todos os altos e baixos, sonhos e esperanças, de uma família que convive pouco junto e quando se reúne, a poeira debaixo do tapete vem à tona. Entre alegrias e tristezas, Muccino retrata, sem muita profundidade dessa vez, o ambiente familiar e suas curiosas histórias.

Na trama, conhecemos a enorme família de Alba (Stefania Sandrelli) e Pietro (Ivano Marescotti), que reúnem filhos, sobrinho, netos para comemorem as bodas de ouro na pequena ilha de Ísqua, onde moram e possuem um restaurante. Tudo era para ser bem rápido, com os convidados chegando via balsa de diversos lugares. Porém, após a comemoração, na hora de voltarem para casa, uma forte tempestade impede da balsa retornar ao centro de Nápoles, fazendo com que todos os convidados precisem ficar por mais algumas horas na ilha. Assim, situações começam a serem instauradas, fruto de um passado não tão distante de todos os personagens. Cada um com seu drama, buscam inspiração na família para tentar driblar qualquer eventualidade do destino.

Toda família tem sua história, seus dramas, suas alegrias, suas comemorações. Já ouvimos falar de traições, novos amores, aquele primo interesseiro que muitos não gostam, a esposa com ciúmes da ex do marido, o encanto da primeira vez, a sintonia perfeita de amores do passado. Explorando diversos tipos de personagens, cada qual como subtrama, Muccino faz um grande apanhado sobre a consequência e os atos em si que acabam sendo expostos de maneira abrupta, com desfechos sem reviravoltas. Tudo gira em torno da comemoração, que deveria durar apenas um dia mas quis o destino prolongar esse reencontro de muitas gerações e dramas.

O ritmo do filme é agradável, uma fotografia belíssima, mas falta aquele fator diferencial, provocado por mais profundidade quando adentra o universo das escolhas. Vira um filme comum, mesmo com diversas referências. Um ótimo passatempo para uma tarde de domingo mas que quando chega na segunda, esquecemos.



Crítica do filme: 'Aqui em Casa Tudo bem (A Casa Tutti Bene)'


A verdadeira família é aquela unida pelo espírito e não pelo sangue. Lançado em fevereiro desse ano na Itália e com filmagens realizadas na paradisíaca ilha italiana de Ísquia, no golfo de Nápoles, o novo trabalho do cineasta Gabriele Muccino (À Procura da Felicidade) reúne diversos personagens em uma comemoração para mostrar todos os altos e baixos, sonhos e esperanças, de uma família que convive pouco junto e quando se reúne, a poeira debaixo do tapete vem à tona. Entre alegrias e tristezas, Muccino retrata, sem muita profundidade dessa vez, o ambiente familiar e suas curiosas histórias.

Na trama, conhecemos a enorme família de Alba (Stefania Sandrelli) e Pietro (Ivano Marescotti), que reúnem filhos, sobrinho, netos para comemorem as bodas de ouro na pequena ilha de Ísqua, onde moram e possuem um restaurante. Tudo era para ser bem rápido, com os convidados chegando via balsa de diversos lugares. Porém, após a comemoração, na hora de voltarem para casa, uma forte tempestade impede da balsa retornar ao centro de Nápoles, fazendo com que todos os convidados precisem ficar por mais algumas horas na ilha. Assim, situações começam a serem instauradas, fruto de um passado não tão distante de todos os personagens. Cada um com seu drama, buscam inspiração na família para tentar driblar qualquer eventualidade do destino.

Toda família tem sua história, seus dramas, suas alegrias, suas comemorações. Já ouvimos falar de traições, novos amores, aquele primo interesseiro que muitos não gostam, a esposa com ciúmes da ex do marido, o encanto da primeira vez, a sintonia perfeita de amores do passado. Explorando diversos tipos de personagens, cada qual como subtrama, Muccino faz um grande apanhado sobre a consequência e os atos em si que acabam sendo expostos de maneira abrupta, com desfechos sem reviravoltas. Tudo gira em torno da comemoração, que deveria durar apenas um dia mas quis o destino prolongar esse reencontro de muitas gerações e dramas.

O ritmo do filme é agradável, uma fotografia belíssima, mas falta aquele fator diferencial, provocado por mais profundidade quando adentra o universo das escolhas. Vira um filme comum, mesmo com diversas referências. Um ótimo passatempo para uma tarde de domingo mas que quando chega na segunda, esquecemos.



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