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Roubo nas Alturas - Crítica de cinema com Raphael Camacho

Reúna um grande número de rostos conhecidos de Hollywood, muitas situações cômicas e sumam com o roteiro do filme em determinados momentos, assim posso resumir a fita nova estrelado por Ben Stiller, ‘Roubo nas Alturas’. O longa, que confesso, pensei duas vezes na hora de ir conferir nos cinemas me agradou por alguns aspectos e não é tão ruim quanto eu imaginava. O diretor Brett Ratner (de ‘ A Hora do Rush 3’ e ‘X-Men 3 - O Confronto Final’) fica com a missão de dirigir essa turma, pena que o roteiro não ajuda muito.

Na trama, o gerente de um dos edifícios mais luxuosos dos EUA, a partir de algumas revelações sobre um dos moradores, resolve planejar um roubo a um dos apartamentos e para isso conta com a ajuda de uma turma atrapalhada que não tem experiência na arte de roubar. Estão entre essa turma um recém desempregado de Wall Street, um ladrão com experiência somente em roubos de antenas de televisão à cabo, um atrapalhado funcionário do hotel, um homem que aprendeu sobre eletricidade num curso online e muito mais.

Eddie Murphy e suas ‘caras e bocas’ consegue dar um bom tom de comédia entre um diálogo e outro, lembra muito seu papel em ‘Um Tira da Pesada’.  Sempre bom ver veteranos competentes quando o assunto é Sétima Arte, Alan Alda preenche bem essa lacuna. Matthew Broderick se encaixou bem nesse papel de analista financeiro atrapalhado, tem bons momentos na história. Casey Affleck e sua voz peculiar se dão bem na composição de Charlie, seu personagem. Téa Leoni, dessa vez morena, interpreta uma policial que se apaixona pelo mentor do roubo.

Em seu desfecho, vem a parte decepcionante, deixando cinéfilos chateados com a falta de criatividade.

A história tinha como acontecer de forma mais dinâmica e interessante para o público. Recomendo, mas existem muitos outros lançamentos melhores que esse.

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