A mágica e fabulosa arte de amar. Baseado em um livro de memórias do ator Peter Turner, Estrelas de Cinema Nunca Morrem (nome pra lá de lindo) nos faz voltar ao tempo do glamour empolgante das grandes estrelas de Hollywood navegando também por meio de seus intensos dramas pessoais e suas histórias de amor. A grande homenageada, Gloria Grahame, ganhadora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filmaço Assim estava Escrito, por meio de suas aflições e conquista da carreira somos levados de volta ao início de uma era mágica. No papel principal, a quatro vezes indicada ao Oscar Annette Bening que mais uma vez apresenta ao público toda sua genialidade como artista.

Na trama, voltamos décadas atrás para um grande centro do cinema mundial, a velha e boa Hollywood. Uma das artistas em evidência da época, Gloria Grahame (Annette Bening), já no terço final de sua bem vivida carreira, conhece o jovem ator Peter Turner (Jamie Bell) na Inglaterra. A relação dos dois logo se estreita e um relacionamento repleto de altos e baixos, como tantos casais vistos em filmes, toma conta das ações.

Nossos olhos não saem da protagonista. A delicadeza na voz, o jeito animado de viver seus dias, muitas características marcantes da personalidade de Grahame são vistas com muito carisma pelo público, fruto de um trabalho impecável de Bening. O roteiro, Matt Greenhalgh (do ótimo O Garoto de Liverpool) navega com força nas águas conturbadas do relacionamento polêmico de Gloria com o jovem Peter, essa paixão quase que fulminante afeta como um todo a vida de ambos, seja em Nova Iorque, seja na Inglaterra. Um fator interessante é a profundidade que o roteiro ganha ao mostrar a família de Peter e as óticas sobre esse relacionamento que são expostos em algumas fases.

Film Stars Don't Die in Liverpool, no original, pode-se valer de uma analogia sobre uma história de amor que vemos nos filmes se tornar real, os protagonista se tornam protagonistas no maior palco de todos, os nossos corações.  

Crítica do filme: 'Estrelas de Cinema Nunca Morrem'


A mágica e fabulosa arte de amar. Baseado em um livro de memórias do ator Peter Turner, Estrelas de Cinema Nunca Morrem (nome pra lá de lindo) nos faz voltar ao tempo do glamour empolgante das grandes estrelas de Hollywood navegando também por meio de seus intensos dramas pessoais e suas histórias de amor. A grande homenageada, Gloria Grahame, ganhadora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filmaço Assim estava Escrito, por meio de suas aflições e conquista da carreira somos levados de volta ao início de uma era mágica. No papel principal, a quatro vezes indicada ao Oscar Annette Bening que mais uma vez apresenta ao público toda sua genialidade como artista.

Na trama, voltamos décadas atrás para um grande centro do cinema mundial, a velha e boa Hollywood. Uma das artistas em evidência da época, Gloria Grahame (Annette Bening), já no terço final de sua bem vivida carreira, conhece o jovem ator Peter Turner (Jamie Bell) na Inglaterra. A relação dos dois logo se estreita e um relacionamento repleto de altos e baixos, como tantos casais vistos em filmes, toma conta das ações.

Nossos olhos não saem da protagonista. A delicadeza na voz, o jeito animado de viver seus dias, muitas características marcantes da personalidade de Grahame são vistas com muito carisma pelo público, fruto de um trabalho impecável de Bening. O roteiro, Matt Greenhalgh (do ótimo O Garoto de Liverpool) navega com força nas águas conturbadas do relacionamento polêmico de Gloria com o jovem Peter, essa paixão quase que fulminante afeta como um todo a vida de ambos, seja em Nova Iorque, seja na Inglaterra. Um fator interessante é a profundidade que o roteiro ganha ao mostrar a família de Peter e as óticas sobre esse relacionamento que são expostos em algumas fases.

Film Stars Don't Die in Liverpool, no original, pode-se valer de uma analogia sobre uma história de amor que vemos nos filmes se tornar real, os protagonista se tornam protagonistas no maior palco de todos, os nossos corações.  

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