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Crítica do filme - 'Projeto X'

Quem nunca sonhou em dar uma grande festa e chamar todos os conhecidos da escola/faculdade e por essa ser lembrado por onde passa?  No filme que estréia em nossos cinemas no dia 16 de março, “Projeto X”, três amigos exageram na dose e realizam uma grande comemoração recheada de confusões. Com direito a pula-pulas, bebidas, cachorros voadores, um gnomo mal educado, peitos despidos na piscina e muita azaração, o longa do diretor Nima Nourizadeh promete levar mentes curiosas aos cinemas.

Nessa noite freneticamente doida, regada a muito líquido alcoólico, tem momentos muito engraçados e outros nem tanto, comum nos filmes do gênero. A inabilidade/imaturidade juvenil é mostrada do começo ao fim. A câmera incomoda um pouco mas nada que prejudique a diversão do espectador, em pouco mais de uma hora e vinte de fita.

O caos é instaurado. É tanta loucura, explosão e lança-chamas que nos sentimos em um dos filmes do Michael Bay. Na trama, um grupo de amigos (não muito populares) resolvem dar uma festa de arromba, pensando que não apareceriam muitas pessoas, e documentar tudo através da câmera de Dax (um personagem que mal aparece na história, por estar filmando o que ocorria). Quando param para perceber, ao lado de quase 2.000 pessoas, a badalação toma proporções desesperantes, descontroladas e porque não dizer muito cômicas.  

Muitos, após conferirem esse, farão analogias com “American Pie” e “Se Beber, não Case”, porém, se analisarmos o quesito conseqüência, perceberemos que essa fita, que conta com o roteiro de Michael Bacall e Matt Drake, pelos menos apresenta uma tríade da realidade: planejamento, ação e conseqüência.
Não deixem de conferir esse filme! Diversão na telona!

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