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Crítica do filme: 'Alladin'


Como voltar ao passado sem perder a magia? Lançado esse ano com grandes expectativas, Alladin 2019 é uma enorme volta ao passado, que passeia pelas memórias dos que assistiram à animação homônima com uma singela pintada de musical bollywoodiano mas que consegue com muita beleza em tela manter viva as lindas mensagens de amor e amizade além da essência mais profunda dos seus inesquecíveis personagens.

Na trama, quase totalmente fiel a já conhecida de anos atrás, conhecemos o jovem e com poucos recursos Alladin, que vive entre um pequeno furto e outro em um reino cheio de belezas mas com algumas dificuldades. Nosso personagem principal se apaixona pela princesa desse reino mas acaba estando muito distante de poder ser o homem da vida dela. Certo dia, descobre uma lâmpada mágica com um gênio muito engraçado que pode lhe conceder três desejos. Assim, Alladin e o gênio, além de seu inseparável macaquinho Abu, vivem grandes aventuras em busca do amor do protagonista.

Dirigido pelo experiente cineasta britânico Guy Ritchie, Alladin 2019 pode ser visto de várias esferas, ou melhor dizendo várias formas. Recriando um dos maiores clássicos dos estúdios Disney o objetivo seria renovar cada vez mais o seu público ou apenas colocar qualquer coisa na tela que relembre fragmentos das emoções da incomparável aventura com técnicas de animação? Após assistirmos ao filme ficamos em um meio termo através da expectativa criada. Como musical funciona bem, passa emoção, já que a história sempre esteve em nossos memórias.

Os valores encontrados no filme, os diálogos sobre amizade, sobre as verdades e mentiras, de quem somos como pessoas, várias entrelinhas estão contidas se aproximando as vezes de maneira rasa as vezes de maneira profunda na alma de todo esse universo que jamais deixaremos de lembrar.

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