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Crítica do filme: 'American Underdog'


A saga de um herói americano. Dirigido pela dupla de cineasta Andrew Erwin e Jon Erwin, chegou recentemente ao catálogo da HBO Max, o drama com contornos esportivos American Underdog que conta a saga de um dos jogadores mais precisos da NFL (a liga mais famosa de futebol americano), o quarterback Kurt Warner. O foco aqui são nos conflituosos caminhos que o ex-jogador precisou passar para enfim se consolidar como um dos mais respeitados atletas dos Estados Unidos. Um filme que deve chamar a atenção de todos aqueles que amam o mundo dos esporte e suas histórias de persistência e superação. O longa-metragem é estrelado por Zachary Levi e a vencedora do Oscar Anna Paquin.


Na trama, conhecemos Kurt Warner (Zachary Levi) um jovem que sonha em ser um jogador de futebol americano. Ele, desde os tempos da faculdade, se destacou como um preciso lançador (ou melhor dizendo: quarterback), a posição mais importante dentro desse jogo que mexe com milhões de pessoas (não só nos Estados Unidos). Um dia conhece Brenda (Anna Paquin), uma ex-militar, mãe solteira de duas crianças, por quem logo se apaixona. O casal precisará enfrentar e superar todas as dificuldades não só de um relacionamento mas também das frustrações que a vida coloca no caminho deles.


Importante aqui contextualizar as dificuldades que é entrar numa liga tão concorrida como a NFL. Centenas de histórias de superação foram vistas ao longo dos anos. A de Kurt Warner segue essa trajetória de insistência em realizar o grande sonho, de viver do esporte que ama. Enfrentando muitas dificuldades que vão desde uma enorme chance perdida até mesmo as escolhas que precisa fazer para sustentar sua família, o atleta sempre muito fiel aos seus princípios foi navegando entre derrotas e vitórias. Quando o amor chega em sua vida, mais escolhas aparecem pelo caminho dele mas sem nunca desistir nem de seus sonhos nem de ninguém.


O universo do cinema adora histórias de superação e mesmo o roteiro buscando a todo instante momentos apoteóticos, a mensagem, fator importante aqui, é transmitida com muita leveza mas sem deixar de estar próxima da realidade.

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