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Crítica do filme: 'Agente Stone'


Amigos, amigos, negócios à parte? Se apoiando no determinismo para mostrar um recorte dentro de um elo da importância das relações interpessoais com o profissionalismo, Agente Stone, novo filme protagonizado pela Gal Gadot é um divertido longa-metragem, com suas mentirinhas, que busca sua base no universo quase sempre criativo da espionagem. Dirigido pelo cineasta britânico Tom Harper, com roteiro assinado pela dupla Greg Rucka e Allison Schroeder, o projeto conta com a participação especial de Glenn Close além de ser o primeiro filme em Hollywood da atriz indiana Alia Bhatt.


Na trama, conhecemos Stone (Gal Gadot), uma agente secreta infiltrada em uma equipe do MI6. Já mais de um ano nesse time, ela foi criando laços carinhosos com todos os outros três integrantes, só que ela responde a uma organização chamada ‘A Carta’, que consiste em ex-agentes secretos que não respondem à países, nem ninguém e entram em complicadas situações para resolver crises diplomáticas, políticas, sociais, à sua maneira sem interferência de nações. Essa organização utiliza um programa tecnologicamente avançado chamado ‘coração’, que traça estratégias, porcentagens de êxito em determinadas ações além de hackear tudo e todos em qualquer lugar do planeta. Quando uma missão dá errado, seu caminho cruza com o de Keya (Alia Bhatt), uma poderosa hacker que tem lá seus objetivos contra ‘A Carta’.


Será esse projeto o início de mais uma franquia de filmes de ação? Unindo o campo da probabilidade, da estatística, refletindo sobre o determinismo, Agente Stone consegue aliar em sua narrativa fugas eletrizantes, empolgantes cenas de ação, além de reviravoltas que percorrem também o caminho da reparação de ofensas no epicentro do sentido de vingança. O ritmo é intenso, a trama passa por países como: Itália, Portugal, Senegal, Inglaterra e consegue encontrar um norte na desconstrução dos personagens dentro da causa e consequência que acabam sendo bem desenvolvidos por aqui. Ao longo de duas horas de projeção, o filme acaba perdendo um pouco do fôlego no seu último ato, após o início alucinante e cheio de surpresas, quando as peças já estão apresentadas nesse tabuleiro com estopins pra todo lado. Mas nada que tire as qualidades apresentadas até ali.


Agente Stone está em cartaz na Netflix e se consolida como o possível primeiro filme de uma franquia que pode dar muito certo.




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