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Crítica do filme: 'Escape Room'


Um xadrez mortal? Um experimento? Pegando carona em filmes como o percursor do gênero Jogos Mortais, ou até mesmo a saga Premonição, Escape Room, dirigido por Adam Robitel nos mostra indivíduos em situações extremas precisando urgentemente encontrar saídas em charadas encontradas pelo caminho. O clima de tensão, ponto alto do projeto, é muito bem definido deixando a curiosidade tomar conta de nossas mentes enquanto vamos aos poucos tentando também decifrar alguns quebra cabeças através do passado dos integrantes do jogo. Filme pipoca que encontra seu público já construído por outros filmes. Está disponível no catálogo da Amazon Prime.


Na trama, conhecemos um grupo de pessoas que recebem um cubo e uma mensagem, decifrando-o ganham a chance de lutar por 10.000 dólares e acabam se reunindo em um prédio meio afastado da cidade de Chicago. Lá começam a perceber que o jogo em si na verdade é uma grande batalha entre a vida e a morte, assim precisarão contar uns com os outros para irem decifrando enigmas complicados que os fazem passar ‘fase’, ou melhor que salas mortais.


Pensando na ação e deixando qualquer tipo de complemento mais profundo sobre o passado dos personagens em segundo plano, Escape Room é o típico filme feito para divertir os amantes de filmes de suspense que misturam o terror e o lado complicado psicológico deixando margens bem extensas para surpresas pelo caminho. A fórmula é batida, tem muitos clichês mas consegue de alguma forma ter algum sentido principalmente dentro das inconsequências ligadas à situação vivida pelos personagens.


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