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Crítica do filme: 'Ghostbusters – Mais Além'


Aquela nostalgia que nos faz sorrir. Voltando ao universo super divertido dos Caça Fantasmas que teve dois filmes da década de 80 dirigidos pelo seu pai, o cineasta eslocavo Ivan Reitman, Jason Reitman nos apresenta mais um capítulo da saga Ghostbusters dessa vez repaginado para os tempos atuais com uma conexão forte com os personagens dos primeiros filmes e uma linda homenagem que deixa a todos emocionados. O roteiro é muito interessante e busca sua força na ação e aventura sem perder o entretenimento.


Na trama, conhecemos Callie (Carrie Coon), uma mãe solteira que acaba de ser despejada de sua casa com seus dois filhos Trevor (Finn Wolfhard) e Phoebe (Mckenna Grace). Paralelo a isso, ela fica sabendo que o distante pai acaba falecendo e deixando para ela e as crianças uma casa isolada, numa cidadezinha do interior dos Estados Unidos. Sem ter muitas opções, Callie e os filhos se mudam para o lugar e lá descobrem muitas surpresas sobre o passado de seu pai e também dos famosos caça fantasmas.


Não é preciso ver os outros filmes para entender quase por completo essa simples história colocada sob o ponto vista, o alicerce, de dilemas familiares. O projeto agrada a muitas idades, empolga, faz rir, emociona, uma fórmula certeira e com bastante nostalgia. Revisitando de maneira muito interessante personagens de outros tempos (e apresentando outros ótimos), Ghostbusters – Mais Além mostra que um blockbuster pode ser muito divertido e tecnicamente impactante.

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