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Crítica do filme: 'Absolutely Anything'



O mundo é um grande palco da arte do sonhar. Dirigido pelo cineasta galês Terry Jones Absolutely Anything é uma comédia britânica que mistura o feijão com arroz de um filme de comédia com um toque peculiar, tipo um tempero diferente, graças a sempre interessante entrega em cena do brilhante Simon Pegg. 

Sem previsão de estreia no Brasil, Absolutely Anything conta a história de Neil (Simon Pegg), um professor, que sonha em ser um escritor de sucesso, deveras infeliz que nutre uma quase paixão impossível, pela sua bela vizinha Catherine (Kate Beckinsale). Certo dia, tudo muda em sua pacata e sem expectativa vida. Graças a uma experiência de alguns alienígenas que estão em dúvidas sobre as qualidades na vida em nosso planeta , Neil ganha poderes de um Deus e precisa saber utilizar suas novas habilidades de maneira correta mas logo de início percebemos que isso será bem difícil. 

O longa-metragem, que estreou em agosto do ano passado nas terras britânicas, é um filme aguinha com açúcar que de bom mesmo fica somente a atuação de Simon Pegg que tem o poder de transformar diálogos fracos em piadas ótimas. Uma coisa honesta na trama é isso, o filme não tem muitas pretensões, o roteiro parece muito com outros filmes do gênero por mais que a dupla de protagonistas se sintam muito bem em cima. Há muitos improvisos da dupla, isso é nítido. 

Absolutely Anything cumpre parte de seu papel que é o de divertir, com uma certa qualidade imposta pelos atores em cena. Por outro lado, graças ao roteiro principalmente, o filme se encaixa também para futuras sessões da tarde, o roteiro é muito parecido com outros filmes que já foram exibidos nessa famosa sessão daquele famoso canal.  

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