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Crítica do filme: 'Good Boys'


Uma tentativa frustrada de um novo Superbad. Good Boys, filme dirigido pelo estreante em longas metragens Gene Stupnitsky e produzido por Jonah Hill, Seth Rogen e outros, conta a saga de três jovens amigos que precisam enfrentar um dia repleto de situações estranhas e novas em busca de um drone sequestrado. Mesmo com arcos finais surpreendentemente muito bons quando tenta chegar na parte importante das consequências de toda a aventura, com a intervenção dos pais e a aproximação com a realidade com situações mais reais a idades dos protagonistas, o filme naufraga pelo seu início muito fraco. 

Na trama, conhecemos Max (Jacob Tremblay), Lucas (Keith L. Williams) e Thor (Brady Noon), três pré-adolescentes que tem um dia atípico em suas rotinas quando ao tentarem bisbilhotar duas jovens adolescentes tem seu drone sequestrado pelas mesmas. Buscando uma solução para a inusitada situação, eles precisarão enfrentar situações novas mas sem perder o olhar ainda imaturo sobre a vida e as consequências dela. 

Orçado em 20 milhões de dólares e já arrecadando 82 milhões de dólares em bilheteria somente nos Estados Unidos (números de quando esse texto fora escrito), talvez pela força do marketing do filme em associar o projeto a seus produtores famosos, fato que aqui no Brasil não resultaria em gigantes resultados, Good Boys busca ser engraçado e chocante ao mesmo tempo, nos terríveis arcos iniciais, colocando situações e diálogos que não condizem muito com a realidade de muitos jovens da mesma idade. Good Boys não será exibido nos cinemas aqui no Brasil (opção do distribuidor). 

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