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Crítica do filme: 'Escape Room 2: Tensão Máxima'


A união pode fazer a força. Charadas mirabolantes, quebra cabeças de tirar o fôlego, fugas espetaculares e faltando segundos para um desastre, mesmo repetindo basicamente tudo da fórmula passada, quando pensamos na ideia do roteiro, Escape Room 2 busca em resgates da origem do jogo algumas novas adições à trama onde novamente encontramos pessoas buscando a sobrevivência em Jogos Mortais. Dirigido por Adam Robitel (diretor também do primeiro filme), o longa-metragem teve curta passagem nos cinemas brasileiros após a reabertura das salas por conta da Covid.


Continuando de onde parou o primeiro filme, nesse segundo episódio da franquia acompanhamos novamente Ben (Logan Miller) e Zoey (Taylor Russell) que ao entrarem em um metrô se veem presos nele junto com outros pessoas que também já escaparam do jogo mortal que eles enfrentaram no primeiro filme. Assim, esse novo grupo de pessoas precisará de muita união para conseguirem sair vivos mais uma vez desse que parece ser um Torneio dos Campeões de jogos passados.


O roteiro é muito confuso em seu desfecho, até faz um certo sentido se nos esforçarmos na ótica dos novos personagens mas há muita inconclusão, talvez resolvida futuramente em próximas edições da franquia. Escape Room segue navegando na onda de Jogos Mortais e outros filmes, dessa vez buscando alguma originalidade em alguns porquês que ganham uma minutagem até certo ponto expressiva entre uma cena de tensão e outra. Um fato negativo são os efeitos, alguns forçados outros muito mal feitos. Para quem busca um entretenimento fácil, esse filme pode agradar.



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