Um relato pessoal que comove. Na mochila, muito mais que roupas e documentos, há dor e sofrimento. Sentimentos que saltaram do peito da diretora estreante, Flavia Castro , para se tornar um dos mais interessantes e comoventes documentários nacionais dos últimos 10 anos. Flavia conta a história de seu pai ( Celso Castro ), um militante político em épocas de ditadura, que faleceu de forma até hoje não muito bem explicada. O longa mostra relatos em diversos lugares onde Celso esteve nos tempos de militante, como Argentina, Chile, Venezuela e França . A busca por essa verdade, seja ela qual for, é um dos ingredientes do documentário que chega às telonas brasileiras no dia 26 de agosto - o filme já foi lançado na França, mais precisamente nas cidades de Lyon e Paris e, em breve, chegará a mais de dez cidades francesas. Por nossas terras, o longa fora exibido nos festivais de cinema do Rio e de Gramado (ambos no ano de 2010), levando, nos dois eventos, o prêmio de melhor documentário. Co...
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