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Crítica do filme: 'Comando Delta'


Nunca deixe um homem para trás. Lançado em 1986 e dirigido pelo cineasta israelense Menahem Golan, o primeiro filme da trilogia Comando Delta conta a saga de um grupo de elite do exército norte-americano que precisa resolver uma situação complicada envolvendo questões políticas e reféns em um avião, tudo isso em questões de horas. À frente do grupo o experiente Coronel Nick (Lee Marvin) e o Capitão Scott Mccoy (Chuck Norris) que enfrentarão esse enorme desafio que levará a equipe ao limite emocional.


Na trama, Nick e Mccoy lideram o Comando Delta, um esquadrão de Elite norte-americano somente chamado para situações extremas. Quando um avião indo para Roma e Nova Iorque com mais de 140 passageiros é sequestrado por extremistas e forçado a fazer uma parada em Beirute no Líbano, a Equipe Delta é chamada para resgatar os reféns. Toda a situação acaba virando um circo midiático onde os terroristas tem planos terríveis para alguns reféns de origem Judaica.


O projeto é mais um daquela leva de filmes onde os heróis são bem definidos, praticamente imbatíveis e os vilões extremistas ligados às causas que de alguma forma conversam com o panorama político social da época. De alguma forma, a temática se torna atemporal já que os conflitos mundiais entre alguns povos estão ainda longe de alguma solução de pacificação. Os super poderes dessa época eram as engenhosas máquinas e equipamentos que a equipe Delta usava, um avanço tecnológico para uma época que ainda estava longe de saber o que era internet e todas as mudanças significativas que mudaram o mundo tempos mais tarde.

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