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Crítica do filme: 'Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!'


Após dez anos de espera, chega aos cinemas brasileiros nessa próxima semana (02 de agosto) a continuação da franquia Mamma Mia, Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo! . O primeiro filme foi um grande sucesso, arrecadando mais de 600 milhões de dólares pelo mundo. Nessa continuação, entendemos melhor os personagens que brilharam na tela no primeiro filme e como eles estão reagindo à perda de Donna (Meryl Streep). Com vários pocket shows, com destaque para a musa de décadas passadas Cher, debutando na franquia como a mãe de Donna, o projeto promete ser mais um campeão de bilheteria nesse ano com poucos musicais na telona.

Na trama, acompanhamos Sophie (Amanda Seyfried), filha de Donna (Meryl Streep) e o início dos preparativos para uma festa em homenagem a mãe que falecera faz um ano. Conforme vão passando os dias, e exatamente no lugar onde a mãe passou os melhores anos de sua vida, Sophie busca em suas memórias relembrar os momentos passados de sua mãe, sempre com a ajuda dos seus três pais Bill (Stellan Skarsgård), Sam (Pierce Brosnan) e Harry (Colin Firth), as melhores amigas de Donna, Rosie (Julie Walters) e Tania (Christine Baranski), seu futuro marido Sky (Dominic Cooper) e também sua avó que pouco conhece, Ruby (Cher). Cheio de vai e vém em sua linha temporal, o projeto apresenta a excelente atriz britânica Lily James como Donna, na época que estava grávida de Shopie.

Com direção do cineasta britânico Ol Parker (Agora e Para Sempre), Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo! é um musical muito rico em carisma que transforma todos os arcos do roteiro em uma grande empolgação para quem assiste. A linha temporal sendo bastante flexível explica além da superfície todo o projeto de vida de Donna, como conheceu os pais de sua única filha, sua paixão pelo canto e dança e toda sua rebeldia, se tornando uma mulher à frente de seu tempo.

Um outro fator positivo dessa sequência é a possibilidade do público conhecer melhor os emblemáticos personagens do primeiro filme, em suas versões mais jovens. Há uma união das peças de quebra cabeça deixadas no filme de 2008 com esse de 2018. Para quem curte musicais, esse filme é um prato cheio. Usando muitas músicas do famoso grupo ABBA, como: Waterloo, Fernando e Dancing Queen (entre outras), o filme cumpre exatamente o que promete no quesito diversão.

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