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Em Algum Lugar


Após perder a sessão, literalmente, de “Em Algum Lugar ”, no Festival de cinema do Rio de Janeiro, a modernidade me trouxe outra chance de ver esse filme que, confesso, me gerava alguma expectativa.

Pela sinopse, identifiquei pelo menos uns cinco filmes que tinham adotado essa temática de falar como é a relação com a família de uma pessoa conhecida. Não entendi o porquê do filme ser tão parado e porque só a Elle Fanning brilha, nesse novo filme da ganhadora do Oscar de melhor roteiro, Sofia Coppola.

A produção fala sobre um ator de cinema, muito famoso, que tem sua vida(oh! Grande novidade!) regada à mulheres e bebidas. Possui um relacionamento distante, porém bem afetivo, com sua filha, quando consegue tempo para vê-la(na verdade ela ir vê-lo). De repente , entra em conflito e resolve fazer algumas mudanças(pelos menos eu deduzi isso).

Acredito muito que Sofia cometeu um pecado, que nós, cinéfilos de anos, nunca cometeríamos. Que seria, repetir uma mesma temática usando um gênio e um ator apenas razoável. Estou fazendo uma analogia de “Encontros e Desencontros” e “Em Algum Lugar ”. No primeiro contamos com uma interpretação de um dos mais queridos atores de nós cinéfilos, o mito Bill Murray. No segundo conta com a inexpressão e a cara de parede do Stephen Dorff, que é apenas uma linha reta, sem expressão, durante boa parte do filme.

Espero que em seu próximo filme , Sofia, consiga mostrar muito mais seu grande potencial, utilizando, principalmente, um pouco mais de originalidade.


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