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Crítica do filme: 'Two Night Stand'

Como controlar os impulsos da pós-adolescência? Dirigido pelo norte-americano, estreante em longas-metragens, Max Nichols e com um roteiro assinado por Mark Hammer, Two Night Stand é uma comédia adolescente com uma pegada independente. Os atores Miles Teller (do espetacular Whiplash) e Analeigh Tipton possuem uma bela harmonia em cena o que releva os inúmeros clichês e a falta de profundidade em alguns diálogos. 

Na trama, conhecemos Megan (Analeigh Tipton), uma ex-estudante de medicina que terminara com o noivo recentemente e não consegue se desgrudar da solidão. Certo dia, resolve se cadastrar em um dos inúmeros portais de relacionamentos que existem na internet. Assim, conhece Alec (Miles Teller) um jovem que adora uma piada e que irá passar 48 horas ao lado de Megan. No começo, eles não se entendem mas aos poucos vão começando a descobrir a história de cada um deles.

Chama a atenção a naturalidade e improviso da dupla de protagonistas ao longo de toda a fita. Há muito carisma em cena. O roteiro se camufla de superficial para busca sua profundidade dentro das várias deixas para assuntos complexos, existenciais, sobre relacionamentos. Two Night Stand pode ser considerado por alguns um filme ‘sessão da tarde’ mas tenta ser diferente ou maduro em muitos momentos. 

(Atualizado em julho/2021).



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