Pular para o conteúdo principal

Eu sou o Número 4 - Não dica de @vassilizai

Começo dizendo que de todos os números, o  número quatro(4) , é o que eu menos gosto. Não me perguntem o porquê. Quando soube desse filme comecei a pensar, porque o número quatro??!! Problemas psicológicos a parte, fui ver essa produção de coração aberto e pronto para dizer coisas magníficas (positivas) sobre o filme. Bem...não se concretizaram!

O longa, eu classifico como primo de primeiro grau da saga “Crepúsculo”. Atores sem harmonia, um protagonista muito pouco competente, coadjuvantes bem fracos(como o astro da série “Justified” - Timothy Olyphant) e um diretor(que fez "Paranóia", um filme que eu até gosto) muito pouco produtivo que não sabe a hora certa de usar os “efeitos”. A única coisa boa que eu achei na produção foi a surpreendente atuação da Dianna Agron(a Quinn do seriado-sucesso , “Glee”). Eu acreditei na personagem dela e essa jovem atriz consegue se segurar nesse tsunami de poderes mágicos.
Ganhou um “Até breve” do cinéfilo aqui.  Mas o que se destaca, eu digo negativamente, no filme é o protagonista Alex Pettyfer. Não me convenceu em nenhum momento emocionante do longa, além de não ter conseguido se conectar com nenhum outro personagem da maneira que o seu personagem(e o roteiro) pedia.  Quando o “camisa 10” do time falha, em 90% dos casos, o filme vira um total fracasso.

Posso até dar uma chance e fazer as pazes com o número 4! Mas fácil do que eu dizer coisas boas desse longa...


Postagens mais visitadas deste blog

Crítica do filme: 'De Sombra e Silêncio'

A cumplicidade em meio a um mar de descobertas. Diretamente de um país da Europa central com ótimas contribuições à sétima arte, a República tcheca (ou atualizado, Tchéquia), o longa-metragem De Sombra e Silêncio de forma objetiva e sem muita delonga transforma um segredo familiar em um pilar de acontecimentos surpreendentes  que rumam para o imprevisível. A vida do veterinário Martin ( Marian Mitas ) passou por uma enorme transformação após um acidente de trabalho, fato esse que o deixou em uma situação estável mas bastante limitada, sem falar e com sérios problemas. Para cuidar dele, a esposa Erika ( Jana Plodková ) entra logo num embate com a sogra Dana ( Milena Steinmasslová ), com quem nunca teve boa relação. Com a chegada de uma outra mulher nessa história, segredos do passado vai sendo passados a limpo culminando em uma série de situações surpreendentes. Umas das chaves do roteiro assinado - pelo também diretor da obra - Tomas Masin é gradativamente empilhar camadas em...

Crítica do filme: 'Minha Família quer que eu Case'

Não é preciso se reinventar, somente entender. Flertando com os clichês dos filmes românticos água com açúcar mas com algumas bonitas mensagens que chegam de maneira muito objetiva, o longa-metragem britânico Minha Família Quer que Eu Case pousa seu refletir nas tradições culturais e nas várias camadas do que seria amar. Dirigido pelo cineasta paquistanês Shekhar Kapur , com roteiro assinado pela britânica Jemima Khan, o projeto aborda de maneira encantadora, com personagens carismáticos, os dilemas provocados pelo pensamento contemporâneo e as raízes conservadoras. Na trama, conhecemos a documentarista Zoe ( Lily James ), uma mulher já na casa dos 30 anos, independente, que se dedicou nos últimos anos de sua vida à carreira profissional com poucas aberturas para amores e paixões. Certo dia, tem uma ideia para um próximo documentário que consiste em filmar a vida do seu vizinho de infância, o oncologista Kaz ( Shazad Latif ) que está prestes a se casar em um casamento arranjado, de a...

Crítica do filme: 'Matar Jesus'

Os questionamentos ao poder, a inconsequente justiça com as próprias mãos. Exibido no Festival de Toronto no ano de 2017, Matar Jesus , escrito e dirigido pela cineasta Laura Mora Ortega é um recorte impactante de um choque entre dois mundos, duas realidades dentro de uma mesma cidade. Uma tragédia inesperada. Uma família em dúvidas sobre o futuro em uma cidade tomada pela criminalidade. Uma jovem em busca de respostas e justiça. Um filme que gera uma dezena de reflexões. Potente fita colombiana. Na trama, conhecemos a jovem e alegre Lita ( Natasha Jaramillo ), estudante de fotografia, universitária, que tem uma grande admiração pelo pai, um professor universitário. Certo dia, após voltar para casa de carona com seu pai Lita presencia o terrível assassinato do mesmo por dois bandidos em uma moto. O tempo passa e Lita parece estar perdida com a absurda falta de sensibilidade da polícia local e sem nenhuma notícia sobre a justiça no caso. Dois meses após a tragédia, em uma boate, acab...