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Sobre


O criador e único membro deste blog chama-se Raphael Camacho, analista de sistemas, economista, jornalista morador do Rio de Janeiro, tem 26 anos. Cinéfilo desde que se conhece por gente, tem esse blog a mais de três anos onde publica quase que diariamente.

Atualmente escreve sobre a sétima arte em algumas editorias de cinema na internet: Cinepop, Cinema.com.br, Salada de Cinema, Portal Plus TV, Infoco News e Revista Gypsy. Além de ter uma coluna mensal na revista da PUC-RJ (‘Pilotis’, até a presente data), ainda é colunista do Jornal ‘Folha Zona Sul’ e da Revista ‘Básica’. Publicou dois livros sobre a sétima arte: ‘Guia do Cinéfilo – Volume 1’ e ‘2’, respectivamente. Vendeu os dois volumes, todas as cópias, pela internet usando o grande volume de pessoas que o seguem nas redes sociais (mais precisamente: Twitter e Facebook).

Totalmente viciado em cinema europeu e asiático. Fã de David Lynch, Alexander Sokurov, Christopher Nolan, Darren Aronofsky e Gus Van Sant.

Entre seus preferidos: 'Um Sonho de Liberdade', 'A Vida Secreta das Palavras', 'A Regra do Jogo', 'Corações Livres', 'Um Lugar ao Sol', 'A Arca Russa', 'Veludo Azul', 'Brothers', 'Crepúsculo dos Deuses', 'Ben-Hur' e muitos outros.

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Crítica do filme: 'Vípuxovuko – Aldeia' [Fest Aruanda 2025]

Trazendo as reflexões sobre formas de organizações comunitárias, resistência cultural e gritos de identidade em uma aldeia urbana indígena no Mato Grosso do Sul, o curta-metragem Vípuxovuko – Aldeia parte para a ficção com muitas bases na realidade. O projeto surgiu de uma conversa do diretor filme, Dannon Lacerda , com a porteira do seu prédio, cujo sobrinho viria a se tornar inspiração para a obra. Selecionado para a mostra competitiva de curtas-metragens nacionais do Fest Aruanda 2025, a obra avança nas suas críticas sociais, muito bem articuladas a partir de um protagonista de raízes indígenas, que escapa de generalizações. Ele trabalha como entregador e também exerce a função de líder de sua comunidade, reivindicando direitos e protegendo seu povo das ações desenfreadas dos mecanismos do Estado.    A cultura indígena ganha registros através da fé, da cultura, da tradição e da preservação desses povos originários, que em muitos casos estão sempre na luta pela continuid...

Crítica do filme: 'Apocalipse Segundo Baby' [Festival É Tudo Verdade 2026]

Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade. Se você ouvir esse nome por aí, talvez não sabia de quem se trata. No entanto, se falarmos Baby do Brasil – ou mesmo Baby Consuelo, como foi conhecida boa parte de sua carreira - as lembranças logo chegam. 18 anos depois do início do projeto, o documentário Apocalipse Segundo Baby, chegou às telonas brasileiras antes da sua estreia em circuito, através do Festival É Tudo Verdade. Com roteiro e direção de Rafael Saar , a obra toma um rumo corajoso desde seu início, fugindo de referências documentais conhecidas para se chegar em uma narrativa intensa, cheia de imagens e movimentos. Essa busca pela originalidade, na tentativa de traduzir o abstrato de uma personalidade plural, marcada por autorreflexões de Baby, segue apenas por essa perspectiva, com a ajuda de registros de apresentações marcantes. De Niterói a Salvador, passando por uma experiência marcante em Santiago de Compostela - ex-integrante do grupo Novos Baianos, que alcançou o sucesso a...

Crítica do filme: 'Zico, o Samurai de Quintino'

Um craque como poucos, dentro e fora de campo. Se você acompanha futebol - ou não -, já ouviu falar de Zico, um dos maiores camisas 10 da história do futebol mundial. Muito associado à nação rubro-negra, sua idolatria transborda para torcedores de outros times e outros países. Um figura exemplar, que preencheu páginas gloriosas desse esporte que é uma paixão nacional. Hoje, aos 73 anos, o galinho de quintino tem recortes de sua vida apresentados ao público no documentário Zico, o Samurai de Quintino , com estreia marcada para o próximo dia 30 de abril nos cinemas. Dirigido por João Wainer , o projeto busca um olhar amplo, construído desde seus primeiros passos na carreira até sua passagem pelo Japão, mostrando sua importância para a profissionalização do futebol naquela região – um legado visto até hoje -, com um recheio saboroso revisitando sua história profissional no Brasil.    O documentário segue por um modelo narrativo convencional, sem se arriscar, com entrevistas e...