Pular para o conteúdo principal

Crítica do filme - 'Star Wars – A Ameaça Fantasma 3D (2012)'

Sabe aquela camisa velha do Star Wars jogada no canto do seu armário? Pode passar o ferro nela! A saga mais famosa da história da sétima arte está de volta às telonas. Escrito e dirigido por George Lucas, ‘Star Wars – A Ameaça Fantasma’ agora é em 3D. Será que isso é uma coisa boa, ruim ou tanto faz?

13 anos se passaram desde o primeiro encontro dos fanáticos fãs da franquia com seus queridos protagonistas desse episódio que é o primeiro (mas não foi filmado, nem exibido primeiro, como sabem) de uma série de seis filmes. No caso deste voltamos a conferir: naves super poderosas, criaturas esquisitas, maravilhosas cenas subaquáticas além do maravilhoso som do sabres de luz nos duelos.

Muito bom rever personagens que marcaram a vida de muitos cinéfilos mundo à fora.

O grande Mestre Jedi Qui-Gon Jinn, interpretado com muita serenidade pelo Liam Neeson e seu sabre de Luz verde. Obi-Wan Kenobi, que tem papel importante nos outros filmes, e seu sotaque inglês característico do ator escocês Ewan McGregor. A sempre bela Natalie Portman com apenas 18 anos na pele da Rainha Amidala. O trapalhão Jar Jar Binks, R2-D2 e o ciborgue de relações humanas C3-PO, também reaparecem para delírio dos Nerds de plantão. O maior destaque vai para o futuro Darth Vader, Anakin Skywalker, interpretado pelo ator Jake Lloyd.

Na trama, uma guerra nas estrelas está para ser declarada e dois nobres Mestres Jedi precisam proteger a Rainha Amidala das garras dos inimigos. Acabam chegando em Tatooine (um lugar onde a república não chegou) onde conhecem o personagem mais importantes para a continuação da saga, Anakin Skywalker. Todos esses personagens juntos começam assim uma grande batalha entre os lados da força.

Falando rapidamente da nova resolução, o 3D não fez efeito.  Fica evidente na tela, fora os créditos iniciais (que ficaram legais na resolução nova), que o longa não foi planejado para ser exibido dessa maneira.

A partir do dia 10 de fevereiro, essa aventura, adorada pelos amantes da sétima arte volta às salas de exibição. Que a força esteja no 3D, ou melhor, que a força esteja com você!

Postagens mais visitadas deste blog

Crítica do filme: 'De Sombra e Silêncio'

A cumplicidade em meio a um mar de descobertas. Diretamente de um país da Europa central com ótimas contribuições à sétima arte, a República tcheca (ou atualizado, Tchéquia), o longa-metragem De Sombra e Silêncio de forma objetiva e sem muita delonga transforma um segredo familiar em um pilar de acontecimentos surpreendentes  que rumam para o imprevisível. A vida do veterinário Martin ( Marian Mitas ) passou por uma enorme transformação após um acidente de trabalho, fato esse que o deixou em uma situação estável mas bastante limitada, sem falar e com sérios problemas. Para cuidar dele, a esposa Erika ( Jana Plodková ) entra logo num embate com a sogra Dana ( Milena Steinmasslová ), com quem nunca teve boa relação. Com a chegada de uma outra mulher nessa história, segredos do passado vai sendo passados a limpo culminando em uma série de situações surpreendentes. Umas das chaves do roteiro assinado - pelo também diretor da obra - Tomas Masin é gradativamente empilhar camadas em...

Crítica do filme: 'Minha Família quer que eu Case'

Não é preciso se reinventar, somente entender. Flertando com os clichês dos filmes românticos água com açúcar mas com algumas bonitas mensagens que chegam de maneira muito objetiva, o longa-metragem britânico Minha Família Quer que Eu Case pousa seu refletir nas tradições culturais e nas várias camadas do que seria amar. Dirigido pelo cineasta paquistanês Shekhar Kapur , com roteiro assinado pela britânica Jemima Khan, o projeto aborda de maneira encantadora, com personagens carismáticos, os dilemas provocados pelo pensamento contemporâneo e as raízes conservadoras. Na trama, conhecemos a documentarista Zoe ( Lily James ), uma mulher já na casa dos 30 anos, independente, que se dedicou nos últimos anos de sua vida à carreira profissional com poucas aberturas para amores e paixões. Certo dia, tem uma ideia para um próximo documentário que consiste em filmar a vida do seu vizinho de infância, o oncologista Kaz ( Shazad Latif ) que está prestes a se casar em um casamento arranjado, de a...

Crítica do filme: 'Matar Jesus'

Os questionamentos ao poder, a inconsequente justiça com as próprias mãos. Exibido no Festival de Toronto no ano de 2017, Matar Jesus , escrito e dirigido pela cineasta Laura Mora Ortega é um recorte impactante de um choque entre dois mundos, duas realidades dentro de uma mesma cidade. Uma tragédia inesperada. Uma família em dúvidas sobre o futuro em uma cidade tomada pela criminalidade. Uma jovem em busca de respostas e justiça. Um filme que gera uma dezena de reflexões. Potente fita colombiana. Na trama, conhecemos a jovem e alegre Lita ( Natasha Jaramillo ), estudante de fotografia, universitária, que tem uma grande admiração pelo pai, um professor universitário. Certo dia, após voltar para casa de carona com seu pai Lita presencia o terrível assassinato do mesmo por dois bandidos em uma moto. O tempo passa e Lita parece estar perdida com a absurda falta de sensibilidade da polícia local e sem nenhuma notícia sobre a justiça no caso. Dois meses após a tragédia, em uma boate, acab...