Pular para o conteúdo principal

Sérgio Britto dos Titãs conversa sobre cinema com Raphael Camacho

(Reprodução)
Carioca, 52 anos, Sérgio Britto é um dos músicos mais respeitados de todo o Brasil, compositor de grandes sucessos, como por exemplo: “Enquanto Houver Sol”, “Diversão”, “Homem Primata”, “Flores”, “Porque Eu Sei que é Amor”, “Nem Cinco Minutos Guardados” e “A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana”.

No começo da década de 80 formou a banda Titãs junto com ex-companheiros do Colégio Equipe, onde cursou o ensino médio. Em 1982 o primeiro disco, do recém formado conjunto, é lançado com grande êxito. Entre ótimas músicas, o sucesso "Sonífera Ilha” se tornaria um dos hinos do grupo que rapidamente ganhou fama nacional, que sobrevive até hoje.

Com uma longa carreira recheada de grande sucesso e integrante de uma das maiores bandas de rock do Brasil, Sérgio Britto conversou com o repórter Raphael Camacho respondendo a três perguntinhas sobre cinema. Citando Hitchcock e Marlon Brando, o veterano artista mostrou que também entende de sétima arte.


1) Qual o seu filme preferido e porquê?

Sérgio Britto: É difícil falar de um só... Vou ficar com "Janela Indiscreta" do Alfred Hitchcock. Pelo roteiro maravilhoso, a fotografia, a beleza incrível da Grace Kelly, a atuação precisa e econômica de James Stewart, etc. Acima de tudo pela mestria com que Hitchcock sabia contar uma história.


2) Qual foi o último filme que você viu?

Sérgio Britto: "Winter, o Golfinho". Com minha filha de 4 anos.


3) Qual o artista (pode ser nacional ou internacional) que você mais gosta dentro do universo do cinema?

Sérgio Britto: Marlon Brando. Por tudo. Fora o enorme carisma que tinha tanto dentro e quanto fora das telas deixou uma galeria absurda, pela variedade e riqueza, de filmes e personagens clássicos.

Postagens mais visitadas deste blog

Pausa para uma série: Absentia – 1ª Temporada

O desespero de uma nova vida dentro de uma mesma realidade. Protagonizada por Stana Katic ( Castle ), Absentia tem um dos roteiros mais complicados das séries de mistérios com tiro porrada e bomba da atualidade, mesmo assim coloca uma pulga atrás da orelha do espectador pois os episódios da primeira temporada parecem a todo tempo nos fazer várias perguntas que obviamente surgem entre em uma revelação e outra, deixando a icógnita se teremos respostas ao fim dessa jornada. Uma agente do FBI, um sumiço de anos, uma frenética volta ao convívio aos seus conhecidos e o paradigma das escolhas, isso tudo dento de um background de um assassino misterioso. Pra quem gosta de maratonar uma série com muitas surpresas, Absentia pode ser uma boa dica.  Tem na Amazon Prime . Nessa mistura de drama pessoal com suspense e ação, acompanhamos a trajetória de uma agente do FBI chamada Emily ( Stana Katic ) que sumiu por longos seis anos sem ninguém ter muita noção de seu paradeiro até que um certo...

Crítica do filme: 'De Sombra e Silêncio'

A cumplicidade em meio a um mar de descobertas. Diretamente de um país da Europa central com ótimas contribuições à sétima arte, a República tcheca (ou atualizado, Tchéquia), o longa-metragem De Sombra e Silêncio de forma objetiva e sem muita delonga transforma um segredo familiar em um pilar de acontecimentos surpreendentes  que rumam para o imprevisível. A vida do veterinário Martin ( Marian Mitas ) passou por uma enorme transformação após um acidente de trabalho, fato esse que o deixou em uma situação estável mas bastante limitada, sem falar e com sérios problemas. Para cuidar dele, a esposa Erika ( Jana Plodková ) entra logo num embate com a sogra Dana ( Milena Steinmasslová ), com quem nunca teve boa relação. Com a chegada de uma outra mulher nessa história, segredos do passado vai sendo passados a limpo culminando em uma série de situações surpreendentes. Umas das chaves do roteiro assinado - pelo também diretor da obra - Tomas Masin é gradativamente empilhar camadas em...

Crítica do filme: 'Minha Família quer que eu Case'

Não é preciso se reinventar, somente entender. Flertando com os clichês dos filmes românticos água com açúcar mas com algumas bonitas mensagens que chegam de maneira muito objetiva, o longa-metragem britânico Minha Família Quer que Eu Case pousa seu refletir nas tradições culturais e nas várias camadas do que seria amar. Dirigido pelo cineasta paquistanês Shekhar Kapur , com roteiro assinado pela britânica Jemima Khan, o projeto aborda de maneira encantadora, com personagens carismáticos, os dilemas provocados pelo pensamento contemporâneo e as raízes conservadoras. Na trama, conhecemos a documentarista Zoe ( Lily James ), uma mulher já na casa dos 30 anos, independente, que se dedicou nos últimos anos de sua vida à carreira profissional com poucas aberturas para amores e paixões. Certo dia, tem uma ideia para um próximo documentário que consiste em filmar a vida do seu vizinho de infância, o oncologista Kaz ( Shazad Latif ) que está prestes a se casar em um casamento arranjado, de a...