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Crítica do filme: 'Your Sister’s Sister'


A historinha da camisinha furada que ia bem até os 30 do segundo tempo

O que fazer quando você se apaixona pela sua melhor amiga mas acabou de se relacionar com a irmã da mesma (interrogação) Dirigido pela cineasta Lynn Shelton (Humpday), Your Sister’s Sister é uma história que conta com diálogos bem agradáveis que satisfazem o público até o meio da projeção, depois infelizmente amarga na melancolia, levando todos nós a um desfecho que não satisfaz.

Na trama, conhecemos Iris (Emily Blunt – O Diabo Veste Prada) que convida seu amigo Jack para ficar em uma casa de praia de sua família, que fica em uma ilha bem distante do grande centro, depois da morte de seu irmão com quem já teve um relacionamento no passado. Chegando lá, Jack é surpreendido pois a casa não está vazia, assim encontra a irmã de sua melhor amiga que jamais conhecera pessoalmente. Após umas doses fortes de tequila à luz de uma lâmpada de mesa antiga consequências se seguirão em dias um tanto quanto reveladores para os três personagens.

É o tipo de filme que tem que se sustentar nas atuações. Até consegue muito bem até o meio da fita, excelentes diálogos, muitos momentos hilários, certos elementos que indicavam ser este um dos grandes trabalhos independentes do ano. Porém, após as revelações que modificam o rumo da trama os personagens não conseguem se sustentar. Tudo cai na produção, o que chama a atenção, principalmente para os diálogos que se tornam sonolentos e dramáticos (além do ponto) e as atuações que já não são tão naturais. É como se clones fossem implantados para substituir aquele excelente trio da primeira parte da história.

Bateu na porta de ser um filme bom. Mas não deixa de se interessante, veja e tire suas próprias conclusões.  

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