Os diálogos que eram para ser interessantes se tornam bastante vagos ao longo da trama e passam em direções distintas a da história, descaracterizando o foco à produção. A Câmera muito preguiçosa do diretor Azazel Jacobs , não consegue dar ritmo às cenas, o que atrapalha na interação com o público. Terri Thompson cuida do seu tio (seu único parente), que tem mal de Alzheimer, e sempre usa pijamas (Imaginem o que Glória Kalil pensaria disso...). Sua única diversão é, solitariamente, colocar armadilhas para apanhar camundongos e jogá-los na floresta para digestão de outras espécies. Encontra nas conversas com o assistente social (uma espécie de conselheiro), da instituição onde estuda, um amigo e passa a encarar uma realidade diferente. John C. Reilly faz o papel do conselheiro que se identifica (ou tenta passar essa impressão) com a história de Terri . Esse bom ator de inúmeros filmes marcantes tem altos e baixos nessa produção. Decepciona um pouco....
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