Começo dizendo que de todos os números, o número quatro(4) , é o que eu menos gosto. Não me perguntem o porquê. Quando soube desse filme comecei a pensar, porque o número quatro??!! Problemas psicológicos a parte, fui ver essa produção de coração aberto e pronto para dizer coisas magníficas (positivas) sobre o filme. Bem...não se concretizaram! O longa, eu classifico como primo de primeiro grau da saga “Crepúsculo”. Atores sem harmonia, um protagonista muito pouco competente, coadjuvantes bem fracos(como o astro da série “Justified” - Timothy Olyphant) e um diretor(que fez "Paranóia", um filme que eu até gosto) muito pouco produtivo que não sabe a hora certa de usar os “efeitos”. A única coisa boa que eu achei na produção foi a surpreendente atuação da Dianna Agron(a Quinn do seriado-sucesso , “Glee”). Eu acreditei na personagem dela e essa jovem atriz consegue se segurar nesse tsunami de poderes mágicos. Ganhou um “Até breve” do cinéfilo aqui. Mas o que se destaca, eu di...
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