A recuperação dos casamentos em crises em um futuro repleto de metáforas sobre a sociedade. Numa época onde o carnaval não é mais a maior festa do Brasil, se fossemos brincar na analogia poderíamos dizer que o enredo de Divino Amor perde décimos, falta ritmo e há excessos na explicação da intercessão do Corpo à fé, juntando argumentos repletos de simbolismos. Nada é objetivo nessa obra exibida no Festival de Berlim e em Sundance. As metáforas em formas de detalhes peculiares como Drive thru pastórico, maquina à laser de hormônios, esse e outros em buscas de sinais para justificar toda a entrega à fé da protagonista, interpretada pela atriz Dira Paes . Pode ser visto como uma grande crítica às hipocrisias do mundo mas faltam ingredientes para pensarmos nesse filme como um dos destaques do ano que passou. Na trama, acompanhamos a amargurada Joana ( Dira Paes ) que trabalha em cartório todo digitalizado anos à frente do nosso. No seu dia a dia busca resolver questões entre casais...
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