Jigsaw deve estar se revirando no seu túmulo. Assim, começo falando desse filme que tem uma proposta muito parecida com a do “jig” no incansável e desgastante Jogos Mortais. Acredito que esse tema do “julgamento”, da proposta de “jogos”, ou purificações, ou mortes tenha seu início com a mudança dos roteiros dos filmes de terror. Depois de “Pânico”, as histórias de suspense/terror começaram a andar muito nessa linha: punição pela ação. No caso de “Die”, um lunático totalmente pirado da cabeça, na primeira cena vê seu pai fazendo roleta russa e se matando em seguida, a partir daí ele desenvolve uma teoria de “julgamentos” onde pega 6, sempre 6 pessoas(teoria dos dados que no filme é explicado). No resto do filme os “jogos sangrentos” dão ao seu início e não chegam a assustar tanto como em outros filmes. Alguns atores estão muito chatos e não dão a mínima questão de demonstrar o medo do personagem, em uma situação extrema(coisa muita necessária em um filme de terror). No meio do longa você tem vontade de ligar pro celular da policial que investiga o caso e falar pra ela achar logo o lugar, aonde acontecem as matanças, e o filme acabar rapidamente! Não vejam, vocês perderão minutos de seu tempo!
Depois de ler a sinopse eu ja sabia que não iria gostar mas como todo cinéfilo é teimoso... fui assistir a esssa produção em uma noite que estava sem sono. Resumindo, foi muito difícil chegar ate o final. Paul Rudd não consegue sair desses papeizinhos de homem de 30 anos com alguma crise; seja ela no casamento, na desilusão de não ter amigos, ou conhecendo alguma garota dos seus sonhos. Dessa vez, ele é um empregado de uma grande empresa e para se enturmar com a gerência tem que arranjar um idiota(isso mesmo, pasmem) para levar em um jantar onde há uma zoação generalizada em cima dessas pobres almas. Nem comentarei o papel ridículo de Steve Carell nesse filme. Eu fiquei imaginando como Hollywood ainda pode bancar idéias desse tipo. Tanto roteiro bom engavetado e uma porcaria dessas é lançada, vendendo uma idéia besta como essa. Isso só serve para aumentar bullying(Alô Serginho Groisman!) nas escolas entre outras coisas, que não são os mais corretos, em uma sociedade robótica onde o cin...
A cumplicidade em meio a um mar de descobertas. Diretamente de um país da Europa central com ótimas contribuições à sétima arte, a República tcheca (ou atualizado, Tchéquia), o longa-metragem De Sombra e Silêncio de forma objetiva e sem muita delonga transforma um segredo familiar em um pilar de acontecimentos surpreendentes que rumam para o imprevisível. A vida do veterinário Martin ( Marian Mitas ) passou por uma enorme transformação após um acidente de trabalho, fato esse que o deixou em uma situação estável mas bastante limitada, sem falar e com sérios problemas. Para cuidar dele, a esposa Erika ( Jana Plodková ) entra logo num embate com a sogra Dana ( Milena Steinmasslová ), com quem nunca teve boa relação. Com a chegada de uma outra mulher nessa história, segredos do passado vai sendo passados a limpo culminando em uma série de situações surpreendentes. Umas das chaves do roteiro assinado - pelo também diretor da obra - Tomas Masin é gradativamente empilhar camadas em...