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Crítica do filme - 'Late Bloomers - O Amor Não Tem Fim'

A diretora Julie Gravas volta ao mundo cinematográfico após seu último (e maravilhoso) trabalho em ‘A Culpa é do Fidel’. Dessa vez a filha do famoso diretor grego Costa-Gavras embarca em uma história deliciosa narrada por dois grandes atores do cinema mundial, William Hurt e Isabella Rossellini.

Na história, que tem um roteiro adaptado assinado por Olivier Dazat e Julie Gavras , um casal bastante maduro entra em uma crise que parece não ter fim. Após discutir por uma bobagem em relação a um telefone novo, resolvem se separar. A personagem, Mary (Rossellini), toma coragem e começa a viver melhor sua vida e preenche seu tempo com muitos afazeres, já o par masculino (Hurt) desse casal resolve desenvolver, com estagiários, um projeto corajoso e muito desafiador. Como há muito tempo não se relacionam com terceiros, entram em novos e breves relacionamentos inusitados cada um à sua maneira. Quando os três filhos, das duas partes mencionadas entram na história, confusões, reviravoltas e descobertas são vistas até o desfecho dessa história.

O foco principal é o eterno romance que há entre essas duas almas que vivem um momento delicado de suas vidas, cada um com sua particularidade, mesmo vivendo sobre o mesmo teto. Alguns sentidos da vida trocam de importância, levando os dois a um caos em suas emoções e automaticamente interferindo consideravelmente no relacionamento que mantém há muitos anos.

É um filme em que vemos o talento continuar percorrendo à trilha do sucesso no mundo mágico da sétima arte. Isabella Rossellini é filha da atriz Ingrid Bergman (‘Casablaca’) e do cineasta Roberto Rossellini, e como já mencionado a diretora é filha de Costa-Gavras. A reunião de um elenco que esbanja competência é a chave principal do sucesso de público e crítica que o filme teve no mundo todo.

Com uma ótima história e atuações maravilhosas percebemos que se depender desse longa, nosso amor pelo cinema não tem fim!

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