Pular para o conteúdo principal

Confira uma entrevista exclusiva com a cantora Ana Carolina

Em conversa exclusiva com o nosso repórter Raphael CamachoAna Carolina, uma das melhores cantoras de sua geração, falou de seus filmes preferidos; e revelou ser uma adoradora da sétima arte.
Ana Carolina é adoradora da sétima arte (Divulgação)
Abaixo, confira tudo o que rolou nesse papo sobre cinema:
- Qual o seu filme preferido? Por quê?
Ana Carolina: Olha, pra mim é impossível falar de um filme só. Gostei muito de “Cashback” tem um “que” de cinema indie mas é excelente , com Sean Biggerstaff tem uma boa fotografia, principalmente quando Ben (ator principal) congela o tempo, as imagens são belas e as câmeras captam de forma poética, como se a delicadeza, o amor e o lirismo se intercalassem nos minutos de pausa do filme. Filmaço. Lembro que assisti “Cashback” e “Shortbus” no mesmo dia e fiquei abalada com os dois. “Shortbus” é ousado , a primeira cena é de autofelação, um cara fazendo sexo oral em si mesmo, só que o filme está longe de ser só isso, os personagens são complexos e acionam a engrenagem do filme de maneira eletrizante, como é o caso da terapeuta sexual que nunca teve um orgasmo.  Uma cena divertida do filme é um trio masculino cantando o hino nacional segurando seus pênis como microfone ! Dei “palas” de rir!!
- Qual foi o último filme que você assistiu?
 Ana Carolina: “Um Conto Chinês” foi o último que vi, porque vi 3 vezes rsrsrs. Ricardo Darín é um dos maiores atores argentinos sem dúvida nenhuma, depois de “O Segredo dos Seus Olhos” e “O Filho da Noiva”não resta nenhuma dúvida. Nos primeiros 5 minutos de filme, ele coloca o público no bolso, domina  a cena, fecha o sentido em si, com uma dedicação que salta aos olhos, um exemplo de ator . O filme gira em torno de “Um Conto Chinês”, onde uma vaca cai do céu, só que o filme é muito mais do que isso, Roberto (personagem de Darín no longa), um homem cheio de manias (como muitos de nós,) destrincha o personagem de uma maneira incrível e nos faz perceber a riqueza das inter-relações.
- Qual o artista (pode ser nacional ou internacional) que você mais gosta dentro do universo do cinema?
Ana Carolina: Eu gosto do Wagner Moura e do Selton Mello.
Ana Carolina se apresenta no Citibank Hall, no Rio de Janeiro, no próximo dia 23 e 24 de março.
Não deixem de conferir!

Postagens mais visitadas deste blog

Jantar para Idiotas

Depois de ler a sinopse eu ja sabia que não iria gostar mas como todo cinéfilo é teimoso... fui assistir a esssa produção em uma noite que estava sem sono. Resumindo, foi muito difícil chegar ate o final. Paul Rudd não consegue sair desses papeizinhos de homem de 30 anos com alguma crise; seja ela no casamento, na desilusão de não ter amigos, ou conhecendo alguma garota dos seus sonhos. Dessa vez, ele é um empregado de uma grande empresa e para se enturmar com a gerência tem que arranjar um idiota(isso mesmo, pasmem) para levar em um jantar onde há uma zoação generalizada em cima dessas pobres almas. Nem comentarei o papel ridículo de Steve Carell nesse filme. Eu fiquei imaginando como Hollywood ainda pode bancar idéias desse tipo. Tanto roteiro bom engavetado e uma porcaria dessas é lançada, vendendo uma idéia besta como essa. Isso só serve para aumentar bullying(Alô Serginho Groisman!) nas escolas entre outras coisas, que não são os mais corretos, em uma sociedade robótica onde o cin...

Tron (1982)

Bem galera, vi recentemente o primeiro filme de TRON, muito por conta da minha teimosia de sempre ver sequências, ou alguma parecido com isso, na sua ordem cronológica. Muito engraçado ver o Jeff Bridges novinho e sem aquela barriga saliente, nem parece o grande lebowski ou outro grande personagem que ele ajudou a eternizar. Flynn , nome do personagem principal da trama, é um programador de jogos de vídeo games (universo que conheço um pouco) e acaba entrando dentro do programa, tornando-se peça de suas criações. A idéia do filme é bastante interessante, se pensarmos, que o filme foi produzido em 1982 e os computadores não eram essas super máquinas que, hoje, encontramos em qualquer esquina. Por isso, vejo TRON(a versão 1) como sendo revolucionário nessa coisa de ficção ligada a computadores e sistemas. A execução do filme não é lá essas coisas e chega a ser bem confuso em determinadas horas aqueles efeitos e sequencias malucas que o roteirista inventou. O final do filme não era como...