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Mostrando postagens de novembro, 2015

Cine Joia inaugura sua nova filial em Jacarepaguá - Cine Joia Rio Shopping!

O histórico cinema de rua Cine Joia chega agora à Zona Oeste com programação premiada, um hall de 300 metros quadrados super interativo, três salas com equipamentos de última geração, além da famosa simpatia no atendimento ao público. O bairro escolhido foi a Freguesia, em Jacarepaguá, lugar que nunca teve um cinema que levasse os filmes de arte ao público. A programação eleita a melhor da cidade em 2014, pela Associação de Críticos de Cinema do Rio, chegou na última quinta-feira (19), à Zona Oeste. O grupo Vilacine, responsável pela administração do Cine Joia de Copacabana, assumiu a programação das três salas do RioShopping, em Jacarepaguá, e inaugurou, o Cine Joia Rio Shopping, espaço voltado para o cinema e a realização de outros projetos culturais. O Cine Joia Rio Shopping leva à Zona Oeste uma opção diferente da oferecida pelas grandes redes de cinema. Com a experiência do trabalho de revitalização do Cine Joia, em Copacabana, que tem 45 anos, o grupo Vilacine vai lev...

Crítica do filme: 'Labirinto de Mentiras'

Provável indicado ao Oscar de Melhor filme Estrangeiro na próxima grande festa do cinema, o longa-metragem alemão O Labirinto de Mentiras (livremente baseado em fatos reais) possui um grande recheio de qualidades que vai do seu roteiro muito bem produzido até as grandes atuações que vemos em cada segundo desta bela fita européia. Retratando a busca por justiça para histórias sem punição, envoltos em um passado aterrorizante durante a grande guerra, o diretor italiano Giulio Ricciarelli (em seu primeiro longa-metragem da carreira) encontra uma fórmula cinematográfica muito eficiente em mostrar ao público cada detalhe desta intrigante e comovente história. Na trama, ambientada no final da década de 50, conhecemos o determinado advogado Johann Radmann (Alexander Fehling, em uma excelente atuação) um jovem procurador que fica responsável em investigar crimes terríveis cometidos por nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Conforme vai encaixando as peças nesse aterrorizante queb...

Crítica do filme: 'Evereste'

A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido e não na vitória propriamente dita. Dirigido pelo bom cineasta islandês Baltasar Kormákur ( O Sobrevivente ), o blockbuster Evereste é o típico cinema pipoca onde se reúnem um grupo de atores, enchem de efeitos e que acabam transmitindo um grupo de emoções muito rasa juntamente com não preenchimentos de lacunas importantes para entendermos melhor os personagens. O roteiro assinado por Simon Beaufoy e William Nicholson foca mais na aventura do que na história. Para se chegar a uma modelagem de roteiro perfeita, deveriam ter encaixado melhor os personagens coadjuvantes, pois, esses preencheriam lacunas que ficaram soltas durante toda a trama. Como vamos nos envolver com uma história se não sabemos direito certas características dos personagens? Falando em personagens: Jason Clarke é um dos protagonistas, infelizmente não conseguem criar nenhum tipo de empatia para seu personagem. Jake Gyllenhaal parece que nem está...