Quais os mistérios da mente genial de um babaca de marca maior? Não é de hoje que sabemos de sua genialidade e tudo que fez pelos avanços da tecnologia. Mas Steve Jobs, o grande criador da Apple, teve uma vida repleta de polêmicas e um marcante espírito complicado de se entender. Ao longo desse ótimo documentário, dirigido por Alex Gibney, e que está na ótima seleção de documentários da Netflix no Brasil, vamos conhecendo as facetas obscuras de um ícone da cultura pop de nosso tempo.

O contorno do filme é muito bem detalhado. Explica-se a ascensão de Jobs, desde sempre já passando a perna no amigo e co-criador do seu maior projeto Steve Wozniak, quando ambos fizeram um jogo para a nostálgica Atari e Jobs repassou apenas parte do que ganhou, mentindo sobre valores. Tão concentrado em seu o grande Deus da computação nos anos subseqüentes de sua revolução, esqueceu-se de ser um bom ser humano e tratar as pessoas, principalmente as que o cercam com o mínimo de dignidade. Sua rigidez em todo o processo de trabalho de sua maça famosa deixou-o com fama de carrasco, fazendo tudo o que estava em seu alcance para conquistar seus objetivos.

Seu relacionamento com uma das primeiras namoradas, a não vontade de ser pai (talvez uma aceitação bem tardia), depoimentos e mais depoimentos de engenheiros, chefões de marketing e pessoas que o rodeavam chegam ao público com polêmicas mas sem com uma adoração fruto de tudo aquilo que conseguiu profissionalmente, não importando passar por cima de alguém. Mesmo na sua fase pós Apple (ou até a sua segunda passagem), até os escândalos das unidades de fabricações dos aparelhos da grande maça na China, Jobs sempre conseguiu se safar ainda com muito brilho e a idolatria de milhões de fãs de tecnologia que obviamente só enxergam o mito da computação, fazem vista grossa ou nem sabem do ser humano Steve Jobs.


Steve Jobs - o Homem e A Máquina é um documentário muito bem produzido que busca analisar Jobs por um outro lado, pouco comentado, pouco conhecido, que realmente só quem esteve por perto dele durante longo tempo poderia decifrar. 

Crítica do filme: 'Steve Jobs - o Homem e A Máquina'

Quais os mistérios da mente genial de um babaca de marca maior? Não é de hoje que sabemos de sua genialidade e tudo que fez pelos avanços da tecnologia. Mas Steve Jobs, o grande criador da Apple, teve uma vida repleta de polêmicas e um marcante espírito complicado de se entender. Ao longo desse ótimo documentário, dirigido por Alex Gibney, e que está na ótima seleção de documentários da Netflix no Brasil, vamos conhecendo as facetas obscuras de um ícone da cultura pop de nosso tempo.

O contorno do filme é muito bem detalhado. Explica-se a ascensão de Jobs, desde sempre já passando a perna no amigo e co-criador do seu maior projeto Steve Wozniak, quando ambos fizeram um jogo para a nostálgica Atari e Jobs repassou apenas parte do que ganhou, mentindo sobre valores. Tão concentrado em seu o grande Deus da computação nos anos subseqüentes de sua revolução, esqueceu-se de ser um bom ser humano e tratar as pessoas, principalmente as que o cercam com o mínimo de dignidade. Sua rigidez em todo o processo de trabalho de sua maça famosa deixou-o com fama de carrasco, fazendo tudo o que estava em seu alcance para conquistar seus objetivos.

Seu relacionamento com uma das primeiras namoradas, a não vontade de ser pai (talvez uma aceitação bem tardia), depoimentos e mais depoimentos de engenheiros, chefões de marketing e pessoas que o rodeavam chegam ao público com polêmicas mas sem com uma adoração fruto de tudo aquilo que conseguiu profissionalmente, não importando passar por cima de alguém. Mesmo na sua fase pós Apple (ou até a sua segunda passagem), até os escândalos das unidades de fabricações dos aparelhos da grande maça na China, Jobs sempre conseguiu se safar ainda com muito brilho e a idolatria de milhões de fãs de tecnologia que obviamente só enxergam o mito da computação, fazem vista grossa ou nem sabem do ser humano Steve Jobs.


Steve Jobs - o Homem e A Máquina é um documentário muito bem produzido que busca analisar Jobs por um outro lado, pouco comentado, pouco conhecido, que realmente só quem esteve por perto dele durante longo tempo poderia decifrar. 

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