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Crítica do filme: 'Por Amor ou por Dinheiro' (Review dos anos 90)


O charme das comédias românticas hollywoodianas da década de 90. Dirigido pelo cineasta Barry Sonnenfeld e lançado nos cinemas de todo o mundo em 1993, Por Amor ou por Dinheiro aborda de maneira leve a ambição, encostando na ganância, ou pelo menos no universo do dinheiro fácil. Há muita leveza na apresentação dessas reflexões. Basicamente  porque o princípio básico das ações do protagonista chega por conta da alma sonhadora dele e na hora do conflito, grande clímax, precisa fazer suas escolhas entre o racional e as emoções. Simpática fita dos anos 90 que nos mostra como não fazem mais filmes como antigamente.


Na trama, conhecemos Doug (Michael J. Fox) um jovem concierge, ambicioso, que conhece a tudo e a todos do hotel em que trabalha. Ele economiza tudo que ganha com um único objetivo: conseguir abrir o seu próprio hotel. Desde muito tempo é apaixonado por uma jovem chamado Andy (Gabrielle Anwar) que trabalha em uma loja e canta profissionalmente em uma boate toda semana. Quando Doug consegue um acordo com um poderoso da região, acaba descobrindo que Andy é amante dele, deixando o protagonista em uma série de conflitos que envolvem em muitas partes o seu coração.


Quase um clássico da nostálgica Sessão da Tarde, Por Amor ou por Dinheiro de maneira doce, delicada, puxado para comédia, nos faz embarcar uma saga, superficial mas bastante reflexiva sobre as escolhas que fazemos em nossas vidas quando acontece o conflito que envolve sentimentos e objetivos de vida. Esse é um daqueles projetos que nos fazem esquecer do caótico universo da realidade e embarcar em uma história, nem tão longe assim da realidade mas que possui um carisma contagiante.

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