Pular para o conteúdo principal

Crítica do filme: 'Escape Room 2: Tensão Máxima'


A união pode fazer a força. Charadas mirabolantes, quebra cabeças de tirar o fôlego, fugas espetaculares e faltando segundos para um desastre, mesmo repetindo basicamente tudo da fórmula passada, quando pensamos na ideia do roteiro, Escape Room 2 busca em resgates da origem do jogo algumas novas adições à trama onde novamente encontramos pessoas buscando a sobrevivência em Jogos Mortais. Dirigido por Adam Robitel (diretor também do primeiro filme), o longa-metragem teve curta passagem nos cinemas brasileiros após a reabertura das salas por conta da Covid.


Continuando de onde parou o primeiro filme, nesse segundo episódio da franquia acompanhamos novamente Ben (Logan Miller) e Zoey (Taylor Russell) que ao entrarem em um metrô se veem presos nele junto com outros pessoas que também já escaparam do jogo mortal que eles enfrentaram no primeiro filme. Assim, esse novo grupo de pessoas precisará de muita união para conseguirem sair vivos mais uma vez desse que parece ser um Torneio dos Campeões de jogos passados.


O roteiro é muito confuso em seu desfecho, até faz um certo sentido se nos esforçarmos na ótica dos novos personagens mas há muita inconclusão, talvez resolvida futuramente em próximas edições da franquia. Escape Room segue navegando na onda de Jogos Mortais e outros filmes, dessa vez buscando alguma originalidade em alguns porquês que ganham uma minutagem até certo ponto expressiva entre uma cena de tensão e outra. Um fato negativo são os efeitos, alguns forçados outros muito mal feitos. Para quem busca um entretenimento fácil, esse filme pode agradar.



Postagens mais visitadas deste blog

Jantar para Idiotas

Depois de ler a sinopse eu ja sabia que não iria gostar mas como todo cinéfilo é teimoso... fui assistir a esssa produção em uma noite que estava sem sono. Resumindo, foi muito difícil chegar ate o final. Paul Rudd não consegue sair desses papeizinhos de homem de 30 anos com alguma crise; seja ela no casamento, na desilusão de não ter amigos, ou conhecendo alguma garota dos seus sonhos. Dessa vez, ele é um empregado de uma grande empresa e para se enturmar com a gerência tem que arranjar um idiota(isso mesmo, pasmem) para levar em um jantar onde há uma zoação generalizada em cima dessas pobres almas. Nem comentarei o papel ridículo de Steve Carell nesse filme. Eu fiquei imaginando como Hollywood ainda pode bancar idéias desse tipo. Tanto roteiro bom engavetado e uma porcaria dessas é lançada, vendendo uma idéia besta como essa. Isso só serve para aumentar bullying(Alô Serginho Groisman!) nas escolas entre outras coisas, que não são os mais corretos, em uma sociedade robótica onde o cin...

Crítica do filme: 'De Sombra e Silêncio'

A cumplicidade em meio a um mar de descobertas. Diretamente de um país da Europa central com ótimas contribuições à sétima arte, a República tcheca (ou atualizado, Tchéquia), o longa-metragem De Sombra e Silêncio de forma objetiva e sem muita delonga transforma um segredo familiar em um pilar de acontecimentos surpreendentes  que rumam para o imprevisível. A vida do veterinário Martin ( Marian Mitas ) passou por uma enorme transformação após um acidente de trabalho, fato esse que o deixou em uma situação estável mas bastante limitada, sem falar e com sérios problemas. Para cuidar dele, a esposa Erika ( Jana Plodková ) entra logo num embate com a sogra Dana ( Milena Steinmasslová ), com quem nunca teve boa relação. Com a chegada de uma outra mulher nessa história, segredos do passado vai sendo passados a limpo culminando em uma série de situações surpreendentes. Umas das chaves do roteiro assinado - pelo também diretor da obra - Tomas Masin é gradativamente empilhar camadas em...