Pular para o conteúdo principal

Pausa para uma série: 'My Name'


As reviravoltas de um crime. Seguindo na linha de Infiltrados mas com um arco bem forte familiar embutido, além de uma vingança óbvia por trás dos atos, o seriado coreano My Name, disponível na líder dos streamings, caminha entre a ação e o drama para mostrar a saga de uma jovem que praticamente abdica de sua vida para encontrar o verdadeiro assassino do pai. Com um roteiro repleto de surpresas e oito episódios eletrizantes, o seriado deve agradar bastante pra quem der uma chance.


Na trama, conhecemos a jovem Yoon Ji Woo (Han So-hee) que vive uma adolescência vazia sem mãe e com um pai que só aparece de vez em quando. Sem entender direito a profissão do pai, taxado pela comunidade que mora como um temido gângster local, ela se encontra em um grande conflito. Certo dia e de surpresa, se pai aparece na porta do seu apartamento e acaba sendo morto à sangue frio para alguém de capacete que dificulta a identificação. Sem saber o que fazer e dessa vez não tendo ninguém em sua vida, a protagonista resolve procurar ajuda do chefe do pai, o mafioso Mu-jin Choi (Hee-soon Park), um homem frio que por conta da amizade que tinha com o pai dela resolve ajudá-la. Assim, a protagonista embarca em um treinamento repleto de desafios e entra para a polícia como informante do mafioso, já que o segundo ele o seu pai fora assassinado por algum policial.


My Name aborda a vingança a todo instante. O renascimento da personagem principal com outra identidade e com um só objetivo nos leva a um jogo de polícia e ladrão onde não sabemos direito quem mente ou não. Os oito episódios são eletrizantes, como se cada parte mostrasse um dilema da protagonista em um primeiro momento sem saber o que fazer e com o desenvolvimento tendo capacidade de refletir sobre onde se meteu. A ação é constante, cenas de lutas muito bem coreografadas inclusive. A parte dramática é forte, o artistas envolvidos na produção são excelentes e cada um deles contribuem para um bom desenvolvimentos de seus respectivos personagens. Vale a pena conferir!

Postagens mais visitadas deste blog

Jantar para Idiotas

Depois de ler a sinopse eu ja sabia que não iria gostar mas como todo cinéfilo é teimoso... fui assistir a esssa produção em uma noite que estava sem sono. Resumindo, foi muito difícil chegar ate o final. Paul Rudd não consegue sair desses papeizinhos de homem de 30 anos com alguma crise; seja ela no casamento, na desilusão de não ter amigos, ou conhecendo alguma garota dos seus sonhos. Dessa vez, ele é um empregado de uma grande empresa e para se enturmar com a gerência tem que arranjar um idiota(isso mesmo, pasmem) para levar em um jantar onde há uma zoação generalizada em cima dessas pobres almas. Nem comentarei o papel ridículo de Steve Carell nesse filme. Eu fiquei imaginando como Hollywood ainda pode bancar idéias desse tipo. Tanto roteiro bom engavetado e uma porcaria dessas é lançada, vendendo uma idéia besta como essa. Isso só serve para aumentar bullying(Alô Serginho Groisman!) nas escolas entre outras coisas, que não são os mais corretos, em uma sociedade robótica onde o cin...

Tron (1982)

Bem galera, vi recentemente o primeiro filme de TRON, muito por conta da minha teimosia de sempre ver sequências, ou alguma parecido com isso, na sua ordem cronológica. Muito engraçado ver o Jeff Bridges novinho e sem aquela barriga saliente, nem parece o grande lebowski ou outro grande personagem que ele ajudou a eternizar. Flynn , nome do personagem principal da trama, é um programador de jogos de vídeo games (universo que conheço um pouco) e acaba entrando dentro do programa, tornando-se peça de suas criações. A idéia do filme é bastante interessante, se pensarmos, que o filme foi produzido em 1982 e os computadores não eram essas super máquinas que, hoje, encontramos em qualquer esquina. Por isso, vejo TRON(a versão 1) como sendo revolucionário nessa coisa de ficção ligada a computadores e sistemas. A execução do filme não é lá essas coisas e chega a ser bem confuso em determinadas horas aqueles efeitos e sequencias malucas que o roteirista inventou. O final do filme não era como...