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Crítica do filme: 'Uncharted - Fora do Mapa'


Dos games para as telas! Buscando recriar na telona e assim apresentar as origens de um famoso jogo de ação e aventura lançado primeiramente no ano de 2007, Uncharted - Fora do mapa chega aos cinemas com grandes expectativas de quem já conhece o game mas também para todo o público que gosta de um filme nos moldes de Indiana Jones ou até mesmo A Lenda do Tesouro Perdido. Dirigido pelo cineasta Ruben Fleischer (da ótima franquia Zumbilândia) o projeto nos apresenta o primeiro de alguns capítulos na trajetória de seu simpático protagonista, um jovem muito inteligente que é movido pelas descoberta preciosas do passado de outros.


Na trama, conhecemos Nathan Drake (Tom Holland) um jovem órfão, que fora criado com seu irmão em um orfanato, e hoje vive uma vida simples como bartender de um muito frequentado restaurante. Certo dia, seu caminho cruza com o do misterioso e aventureiro Victor Sullivan (Mark Wahlberg), um homem que tem um passado com o sumido irmão do protagonista e o convida para embarcar em uma aventura para recuperar uma fortuna, hoje em dia bilionária, do navegador Fernão de Magalhães e perdida há 500 anos. Assim, a dupla de novos amigos se jogam em uma aventura alucinante onde precisarão enfrentar diversos obstáculos para concluir seus objetivos.


Buscando a aventura em coreografadas cenas desde o primeiro minuto, o roteiro acaba sendo superficial em muitos instantes mas com enormes possibilidades de acréscimos à história, já que por conta do final abre-se uma brecha enorme para novos filmes dessa nova franquia. Mas ser superficial acaba não sendo um grande problema, há muito carisma e harmonia entre Holland e Wahlberg. As pistas do tesouro fazem o espectador de alguma forma interagir o tempo todo com a dupla que também tem lá seus momentos cômicos principalmente na linha do conflito de idades entre eles.


Há muita honestidade do projeto em criar um novo mundo para esse universo já mapeado por gamers de todo o mundo. Aqui é o começo dessa história, como se conheceram, sua primeira aventura, o vilões, os amigos, e todo tipo de obstáculos que precisam enfrentar dentro de um ritmo alucinante que nos fazem grudar na tela. Sem pretensão de ser o melhor filme de aventura do mundo, o longa-metragem cumpre seu papel em fazer divertir.



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