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Crítica do filme: 'Predadores Assassinos'


Um bom divertimento, num pipocão na medida certa. Dirigido pelo cineasta francês Alexandre Aja, Predadores Assassinos é, antes de mais nada, bastante honesto, seguindo sua proposta em divertir o público, sem reviravoltas mirabolantes, sendo bastante criativo ao explorar o duelo humanos x monstros do mar, e, incrivelmente, passando da superfície na relação pai x filha. Com um orçamento de pouco menos de 15 milhões de dólares e já arrecadando perto dos 90 milhões de dólares, Predadores Assassinos comprova que existe um grande público que adora suspenses objetivos.

Na trama, conhecemos a atleta de natação chamada Haley (Kaya Scodelario), uma jovem que vive distante de seu pai por conta de alguns conflitos no passado (que ao longo do filme vamos entendendo melhor). Certo dia, após ser avisada que sua cidade está em estado de atenção por conta de um furacão, a protagonista resolve ir até a casa de seu pai para resgatá-lo. Chegando lá, acaba ficando presa no lugar, com água para todo lado e enormes crocodilos rondando a vizinhança.

Com menos de 90 minutos de projeção e sem muito ‘encher linguiça’, Crawl, no original, é rápido e rasteiro no desenrolar de sua trama. Os arcos são bem definidos, conseguimos traçar um raio-x interessante da protagonista e entender seus medos, além das situações que remetem ao seu passado. Isso tudo é bem justo na hora que vemos as decisões que ela precisa tomar pela sobrevivência.

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